Arquivo mensal: abril 2013

Um fim de semana em imagens

Afinal, toda mãe tem um lado paparazzi (e se não é a mãe com a câmera na mão é o pai, a dinda,…)

Fim de semana com a família paulista, comemorando (mais um pouco) o aniversário do Vítor e o batizado da Clara.

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Boa semana!

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Festa em casa: decoração e comidinhas

A decoração da festa de 2 anos do Vítor foi praticamente toda reaproveitada do ano passado. Eu guardei o que sobrou da papelaria feita pela TracoD, com a ilustração de macaquinho da Joana Heck. Apenas imprimi novamente o Z perdido do letreiro e coloquei em um barbante, usando prendedores de roupa para segurar.

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Também reutilizei as caixas encapadas com tecido poá azul, este ano para colocar os cupcakes, e os copos e pratos plásticos coloridos que restaram da festa de 1 ano.

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A única coisa nova que comprei para a decoração foi a torre azul, onde coloquei os copinhos de doces. Paguei menos de R$ 6,00 em uma loja de embalagens.

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O cardápio da festa era bem simples. Os salgados encomendei em uma padaria. Escolhi sanduíches e pizzas de frango e salgados fritos diversos. Já os doces foram feitos por mim, pela minha irmã e pela Paula, madrinha do Vítor. Fizemos copinhos com brigadeiro e mousse de limão e cupcakes de chocolate. Para completar, uma salada de frutas com morango, banana e maçã. Para beber, suco natural de maracujá e refrigerante.

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Optei por fazer os copinhos, pois não tive tempo para organizar a festa. Para vocês terem uma noção, marquei com os convidados às 17h30min. Os cupcakes foram tirados do forno as 17h25min. Ou seja, foi tudo muito rápido e, por isso, precisava ser o mais prático e simples possível.

Quantidades

Participaram da festa 14 adultos e 3 bebês. Encomendei 50 sanduíches, 50 salgados fritos e 30 pizzas. Fiz 50 copinhos de doces, aproximadamente 30 de brigadeiro e 20 de limão, e mais ou menos 30 cupcakes pequenos.

Os copinhos e as colheres comprei em uma loja de embalagens. Paguei R$ 0,30 a unidade do copo e R$ 3,00 um saquinho com 50 colheres.

A quantidade foi ideal. Sobrou, mas nada exagerado (e tudo devidamente comido no dia seguinte e repartido com colegas de trabalho da mamãe e do papai).

Receitas 

Para o brigadeiro, usei 3 latas de leite condensado e achocolatado em pó. Fiz o brigadeiro normalmente, na panela, e quando estava pronto misturei 2 caixas de creme de leite. Mexi até ficar uma consistência mais cremosa e coloquei nos copinhos.

Já o mousse de limão foi feito com 1 lata de leite condensado, 1 caixa de creme de leite e o suco de 2 limões. Basta bater tudo no liquidificador e pronto! Receita super fácin.

A receita do cupcake já foi publicada no blog (aqui). Apenas troquei achocolatado por cacau em pó. Ficou uma delícia! A cobertura é meia lata de creme de leite misturada em banho maria com 1 barra de chocolate meio amargo.

Aniversário do Vítor: 2 anos

Ontem, o Vítor completou 2 anos. Decidimos fazer uma pequena festa em casa, no próprio dia, para marcar a data. Convidamos apenas amigos e familiares próximos, pois moramos em apartamento e o espaço é um tanto limitado.

Surpreso ao encontrar a casa decorada para a festinha

Surpreso ao encontrar a casa decorada para a festinha

Clara e a prima Ana Laura

Clara e a prima Ana Laura esperando o “parabéns”

Minha irmã e a madrinha do Vítor, a Paula, me ajudaram na organização. Aproveitamos a papelaria da festa do ano passado, que era de macaco, para decorar a sala. Encomendei alguns salgados e fiz os doces.

Cupcakes da mamãe para as velinhas e o parabéns

Cupcakes da mamãe para as velinhas

Tudo simples, mas pensado com carinho. Vítor aproveitou muito, estava todo feliz por receber as pessoas e ter quem gosta por perto. Sem comparações com a festa do ano passado, quando ele estava ruinzinho e só queria ficar no meu colo. Desta vez ele realmente curtiu o que foi feito para ele.

Será que ele gosotu da festa?

Será que ele gostou da festa?

Murphy materno ao quadrado

Hoje é aniversário do Vítor. Acordo, vou trabalhar, já ansiosa para a festinha programada para o fim da tarde.

Obviamente, como toda mãe que acha que dá conta de tudo, escolho preparar os doces, afinal, pouco trabalho é bobagem. Tudo comprado, separado, “é só fazer”.

Eis que antes do meio dia, quando estou saindo do trabalho e já com a cabeça no que tenho que fazer, recebo uma ligação. É o Fábio, que não poderia me buscar, pois o pneu tinha furado. Fala sério. Justo hoje, eu penso. Mas ok, ligo para a minha mãe que me dá uma carona. Problema resolvido, imagino.

Chegando na frente do prédio, vejo um caminhão da companhia de energia elétrica trocando um poste de luz. Tento tocar o interfone para a babá abrir a porta, mas nenhum sinal. Daí relaciono o caminhão e me dou conta que todos da rua devem estar sem luz. Bingo. Fudeu.

Sem chave, sem o número da babá na agenda do celular, sem luz. Para completar, sem comunicação com o Fábio, que está sem celular nos últimos dias. O que fazer? Gritar, na tentativa da babá ouvir e me salvar.

Olho para cima e adivinha: Murphy me ama, janela FECHADA. Eu podia morrer berrando que ninguém iria escutar.

Minutos depois, após tostar no sol, a babá abre a janela e me vê. Desce e me socorre. Consigo almoçar com as crianças, mas fico sem luz até quase às 16h, tendo uma festa marcada para às 17h30min no apartamento.

Sufoco de mãe. A gente vê por aqui.

By the way, a festinha foi um sucesso. Ainda esta semana falo mais sobre ela e sobre o novo layout do blog, que ficou lindão, né?

Um novo toque no quarto por menos de R$ 15

Eu tinha comentado nos últimos dias na página do blog no Facebook que estava com vontade de fazer algo diferente no quarto das crianças. Eis que ontem fui em uma loja de utilidades domésticas e encontrei uma cartela de adesivo de parede por menos de R$ 15 (R$ 14,95, para ser bem exata).

Fiquei meio desconfiada, pois estava acostumada a ver na internet adesivos de vários preços, mas geralmente a partir de R$ 50. De qualquer forma, achei um desenho que me agradou e resolvi experimentar.

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E não é que funcionou? Ficou uma graça e deu um toque todo especial no quarto. O Vítor gostou bastante e ficava apontando para o “pio pio”. Já a Clara observou toda concentrada o novo colorido. Resultdo: aprovado!

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A opção de ter uma babá

Sempre tive receio de ter uma babá cuidando dos meus filhos. Sentia insegurança em deixar as crianças com uma pessoa desconhecida.

Mesmo assim, no início do ano, acabei optando por procurar alguém. A situação indicava que era a melhor forma de voltar ao trabalho algumas horas por semana após o nascimento da Clara.

Achei a nossa atual babá através de um grupo de empregos do Facebook. Fiz um contato inicial e pedi referências. Liguei para os contatos indicados e marquei uma entrevista. Então, eu e o Fábio conversamos com ela e sentimos que era a melhor alternativa.

O que levamos em consideração: experiência (apesar de ser jovem, ela já trabalhou em escolas de educação infantil e, no último emprego, atendia o berçário), referências (obviamente positivas e de pessoas confiáveis) e características (desde o primeiro momento ela pareceu ser uma pessoa calma e tranquila – o que tem se confirmado com o tempo).

Enfim, estamos satisfeitos com a experiência. As crianças também parecem gostar dela e isso é fundamental. Sem falar na praticidade e no conforto de deixar os dois em casa, não precisar acordá-los e tirar da cama para levar para a escola (especialmente em dias frios).

Dicas que eu daria para quem quer procurar uma babá:

– Comece a procurar o quanto antes, para poder fazer uma seleção criteriosa e sem a pressão de precisar de alguém para o dia tal.
– Peça pelo menos duas referências. Pergunte sobre a personalidade da pessoa e características comportamentais.
– Verifique com os contatos de referência se a pessoa costuma ser pontual e se é de confiança.
– Não faça a entrevista sozinha. Combine para o marido ou outra pessoa próxima participar, para verificar as impressões de mais alguém.
– Na entrevista, pergunte sobre aspectos práticos: como a pessoa vai até o trabalho, se a chuva dificulta o transporte,…
– Deixe a pessoa interagir com as crianças já na entrevista, para que eles tenham um primeiro contato (e aqui entra o feeling de mãe na avaliação).
– Faça um contrato de experiência. Nunca é tarde para voltar atrás.
– O período de adaptação é muito importante. Aqui acompanhei a babá por 3 dias antes dela ficar sozinha com as crianças. Não foi muito tempo, mas o suficiente para eles se conhecerem melhor e eu me sentir confiante para sair.
– Uma vez escolhida a pessoa, seja muito clara. Mantenha uma relação de diálogo e indique como é a postura dos pais em determinadas situações. Assim, pais e babá podem agir em sintonia.

Clara e o bolo

Hoje à tarde fui na casa da minha avó com as crianças e o Dexter, nosso cachorro. Na hora de ir embora, ela me deu um pedaço de bolo para que eu levasse para o Fábio.

Acontece que minha avó não achou nenhum pote plástico com tampa. Na pressa, eu disse para deixar sem tampa mesmo, que eu teria cuidado (tragédia anunciada depois da minha frase cheia de certeza!).

Enfim, seguimos para casa. Quando chegamos, tirei o Vítor e o Dexter do carro e os coloquei no chão. Peguei a Clara no colo e depois minha bolsa e o tal do pote com o bolo.

Fomos subir as escadas do prédio e me distrai por um instante para ajudar o Vítor. Adivinha o que aconteceu? A dona Clara enfiou a mão com tudo na cobertura do bolo.

Agora, imagina a cena: eu, com uma bolsa pendurada, a Clara no colo, tentando segurar a mão dela suja de chocolate e tendo que impedir o Vítor de subir sozinho. Ainda tinha o Dexter nos meus pés, apavorado com os meus gritos (pessoa histérica, a gente vê por aqui).

O Fábio nos ouviu, desceu e ajudou a resolver a situação. No fim, terminei com a blusa toda suja. E a Clara? Também se sujou todinha, tinha chocolate até perto da orelha. Sem falar que não perdeu a oportunidade de dar uma lambida na meleca. E nada de cara feia para o gosto do doce.