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Amamentação: uma nova chance para mim

Minha primeira história de amamentação terminou quando o Vítor estava com 3 semanas de vida. Ele mamou no peito até praticamente 5 meses, mas com 3 semanas tomou leite artificial pela primeira vez, na mamadeira.

A partir daquela maldita mamadeira foi decretado o fim precoce da amamentação, por uma sucessão de trapalhadas.

Eu não sabia amamentar, então sentia dor. O peito encheu, não soube esvaziar. O bico rachou. A pomada não dava conta e eu rezava para a próxima mamada demorar. Vítor dormia bastante e o intervalo entre as mamadas foi ficando grande demais. Minha produção baixou. O bebê cresceu e começou a demandar mais. Daí BAM! O leite artificial e a mamadeira surgiram como um milagre. A criança parou de chorar (viu que era fome, mãezinha?), o peito sarou e fim de papo. Segui com a duplinha peito e mamadeira enquanto foi possível e com 4 meses e pouco aconteceu o desmame natural (?).

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Situações que hoje consigo enxergar: eu não insisti na amamentação e não me entreguei (a entrega, mas uma vez ela!), não recebi orientação (tanto no início quanto nos momentos de crise, como por exemplo quando o peito rachou), não tive apoio e incentivo (inclusive de pessoas próximas), ouvi muito pitaco e muito blablablá.

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Diante de tudo que deu errado na primeira vez surgiu uma vontade grande de acertar na segunda, de fazer melhor. Claro que o sentimento foi crescendo conforme minha visão da maternidade ia se moldando, da mesma forma que aconteceu em relação ao parto. Então mais uma vez tratei de usar a informação como aliada. Li sobre posições para amamentar, indicações de pomadas, conchas de amamentação, enfim, tudo que poderia me ajudar a construir uma nova história de amamentação. E aqui estamos, no início da nova estrada.

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A Clara nasceu e foi direto para o seio. Ela mamou ainda na sala de parto, diferente do Vítor, que foi pro peito cerca de duas horas depois.

Em casa, a “descida” do leite resultou em peitos gigantes e latejando de dor. Comecei a tirar um pouco depois de cada mamada, com as mãos. Geralmente, eu ia para o chuveiro, pois a água quente ajudava a relaxar. Foram dois ou três dias extremamente cansativos, porém logo depois a produção começou a ficar regulada com a demanda da Clara.

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O que me ajudou e acredito que ainda vai ajudar:

– Tirar o leite com as mãos: no início pode parecer complicado, mas com o tempo a gente fica craque! Eu prefiro tirar o leite no banho, mas também uso bolsa de água quente quando não quero ir para o chuveiro. Daí faço assim: primeiro água quente, compressa ou bolsa de água quente para relaxar. Depois um pouquinho de massagem no seio e por último a retirada do leite, de forma suave, para não machucar.

– Conchas de amamentação: usei principalmente nas duas primeiras semanas, quando meu peite enchia muito rápido. Comprei um modelo da marca Lolly e super indico. Optei pelo modelo 35 S Base Macia.

– Pomada: usei a famosa Lansinoh. Não paguei tão caro, pois um amigo trouxe do exterior. No Brasil o preço é bem elevado, mas vale a pena (e ela rende bastante!).

– Almofada de amamentação: prefiro usar quando o bebê está maiorzinho e mais pesado. Dá suporte e alivia a dor nos braços.

– Bomba de leite elétrica: comprei uma bomba elétrica pensando em estimular a produção quando for necessário e no fim da licença maternidade (volto a trabalhar quando a Clara estiver com 4 meses e meio e quero amamentar exclusivamente até os 6 meses). Por indicação optei por uma Medela Mini Eletric. Ela recém chegou e ainda não testei. Quando começar a usá-la posso escrever mais sobre o assunto.

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Alguém pode dizer: nossa, mas como tu gastou com a lista aqui de cima. Pois é, gastei sim. Mas quer saber? O custo de tudo não ultrapassa 4 ou 5 meses de leite artificial.

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Eu escolhi investir na amamentação e vou me esforçar para construir uma nova história. Uma nova história para mim e para a minha filha, que vai ter leite materno pelo tempo que for possível e que ela quiser. Boa sorte para a gente!

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Top Top Presentes – Parte I

Esses dias uma amiga me pediu uma sugestão. Ela disse que a mãe dela queria dar um presente diferente para uma gravidinha. Pensei no que ganhei quando ainda estava grávida e logo depois que o Vítor nasceu.

Acabei sugerindo um sling, mas depois lembrei de várias outras coisas, não necessariamente diferentes, porém que uso/usei bastante. Acabou virando uma listinha (coloquei junto algumas sugestões de lojas, apenas para dar noção de preço dos produtos):

1 – O citado (e apaixonante) sling

Amado tanto por mim quanto pelo Vítor. Usamos bastante, pois é prático e alivia meus braços e minhas costas na hora de carregar o pequeno. Já o baby fica quentinho, gostosinho e dorme que é uma beleza. O modelo que eu ganhei é de argolas e bem simples (azul claro com listras brancas nas bordas), mas existem outros mais sofisticados.

O preço varia bastante, mas na Kika de Pano o modelo Wrap custa a partir de 70 reais e o de argolas a partir de 92 reais. Na Bebê Casulo um sling de argolas é vendido por 74 reais. Mas é só uma questão de pesquisar para encontrar slings mais baratos.

2 – Canguru

Faz parte da categoria “carregadores de bebê”. É tão bom quanto o sling. O único porém é o frio aqui do Rio Grande do Sul. No sling consigo enrolar o Vítor em uma mantinha, no canguru não rola. Então agora no inverno não vai ser muito usado, mas na primavera com certeza vai ser usado em muitos passeios.

Modelos a partir de 90 reais na Loja do Bebê.

3 – Álbum do bebê do Pequeno Príncipe

Já contei aqui que sou louca pelo Pequeno Príncipe? Não?! Então tá: sou apaixonada pelo Pequeno Príncipe! E é claro que o álbum de bebê do Vítor não podia ser outro.

O diário tem espaço para detalhes do nascimento, da família e para algumas fotos. Além disso, possue calendário dos 12 primeiros meses de vida do bebê para anotações de fatos importantes como primeiro sorriso, primeiras palavras e outros.

Achei modelo igual o do Vítor no site da Fnac por 59,90.

4 – Álbum de fotos

É um presente bonito e super útil (pelo menos pra mim que tenho o hábito de revelar fotos). Pode ser achado em várias lojas e por diversos preços.

5 – Almofada de amamentação

(Foto para fazer um agradinho com o papai. Mas com certeza o vovô não vai gostar muito. Entenda aqui!)

No início usei para amamentar, mas conforme o Vítor foi crescendo não nos acertamos mais com ela. Então agora coloco o baby deitadinho na almofada. Ele adora, pois fica mais sentado e pode observar tudo que acontece ao seu redor. Já o deixei também de bruços (é um ótimo apoio).

Super recomendo! Eu não ia comprar (não era prioridade no meu enxoval, pois já estava economizando total), mas depois que ganhei foi sucesso absoluto aqui em casa.

Na Loja do Bebê a almofada da Chicco está por 89 reais. Lá também têm capas lindas por 29 reais.

Confira também:

* Top Top Presentes – Parte II