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Terrible one, existe?

Vejo em diversos lugares textos sobre a fase do terrible twos. Mas e terrible one? Existe? Olha… aqui em casa sim!

Vítor está um pequeno demo. Não sei como cabe tanta personalidade em um corpinho tão pequeno. Diante de um ataque de fúria as pessoas olham e dizem que puxou por mim, mas abafa.

Ele já teve a fase de brigar após o banho, depois melhorou e agora voltou para estaca -50. Levo uns 20 minutos para vestir a criança e devo emagrecer uns cinco quilos enquanto faço malabarismos para colocar cada peça de roupa.

Mas o que mais me apavora é que agora ele bate nas pessoas. Em mim, no pai, em qualquer criatura que estiver por perto. Bate no rosto da gente, com força, e também puxa o cabelo.

Sem falar nas birras…

O que fazer? Já tentamos as seguintes etapas inúmeras vezes:

– Falar com jeitinho, explicar o que pode e o que não pode e pedir para parar.
– Cantar, dançar, fazer teatrinho e o diabo a quatro.
– Tentar distrair com um brinquedinho.
– Gritar desesperadamente: “Chega”, “Assim é feio” e coisas do gênero.
– Chorar de ódio pensando: “Onde foi que eu errei?”.

Tem dias que me sinto totalmente perdida. Alguém já passou pela mesma fase? Conselhos, pitacos, sugestões?


Não se engane com a minha carinha fofa e meu cabelo riponga!

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Utilidade materna

Um post de utilidade materna.

Pelo visto não sou só eu que tenho dúvidas em relação aos pontos descritos aqui. Tanto que resolvi juntar os pitacos de todas as mamães queridas que passaram pelo blog e deixaram a sua contribuição.

Vem comigo!

1 – Briga para sair do banho.

Pelo visto esta questão é praticamente universal (e sem solução). Algumas sugestões para tentar amenizar o drama (é possível que mesmo tentando todas as opções você continue ouvindo um berreiro sem fim e sendo chutada): conversar com a criança, explicar que está na hora de sair do banho, tentar distrair o pequeno polvo, oferecer um brinquedo, cantar.

2 – Bebê sem coberta. Outro problema que parece não ter fim próximo. Mas adorei a sugestão do sleeping bag (inclusive já estou atrás de alguém que traga um lyndo e phyno do exterior pro Vítor). Enquanto não arrumo um, a solução é agasalhar bem o baby e nos dias mais frios ligar aquecedor.

3 – Bebê trancado no berço. Duas alternativas: colocar protetor ou até tirar o berço, como a Débora relata aqui que fez. Eu vou seguir sem protetor e ver se a situação continua. Ainda não tomei nenhuma decisão.

Bebê adolescente

O Vítor virou um bebê adolescente e eu nem percebi. Largou a chupeta por conta própria, não quer mais deitar, só ficar sentado ou em pé. Fez uma tatuagem e colocou um piercing. Deixou de lado as sonecas e a hora de dormir virou um terror. Sair do banho é guerra. Chora, grita, se joga para trás. Revoltadíssimo! Chega a parecer endiabrado.

E eu? Fico louca. Nunca achei que um bebê tão pequeno podia fazer tanta birra. O negócio é fechar os olhos, respirar fundo e contar até 10.000. Vai passar, vai passar, vai passar (todas mentaliza!).

***

E daí que hoje é o Dia da Criança. Não vou entrar na discussão de data comercial, estratégia de marketing e o diabo a quatro.

Quero apenas deixar uma lembrança pela data e um link para um texto da querida Dani, do Balzaca Materna. Diz muito sobre o que sinto em relação ao Dia da Criança.

***

E hoje estou também no ‘A hora é agora‘. O blog é fruto do projeto experimental das alunas Laila Balsamão e Taís Maciel, que estão se formando no curso de Comunicação Social da UFMG.

Agradeço a Taís pela oportunidade de participar desse belo projeto. E não deixem de conferir a minha participação, ok? É só acessar por aqui ó!

Socorro!

Ou:

O peito ambulante

Ou ainda:

A criança birra

Bom, para começar preciso dizer que a nossa rotina não existe mais. Tudo que estava lindo e maravilhoso acabou num passe de mágica. Na verdade o motivo foi a dor de ouvido que o Vítor teve semana passada. Ela bagunçou todo nosso esquema e trouxe de volta a livre demanda. Não que eu seja contra, mas as coisas do jeito que estão atualmente não me agradam nenhum pouco. Em relação as coisas do jeito que estão agora entenda-se: bebê mamando de hora em hora, chorãozinho e com dificuldade para dormir.

Tá, tenho que ser justa. O Vítor ainda dorme bem de noite/de manhã (o horário de sono profundo dele costuma ser mais ou menos das 2 da madrugada às 9 da manhã).

Ok, é tudo que uma mãe pode querer, de 6 a 8 horas de sono direto por dia. Mas acontece que no resto do tempo ele tá sempre grudado em mim. Além disso, as sonecas estão super curtinhas (às vezes menos de meia hora) o que deixa o Vítor chatinho, digamos que de mau humor.

Porém, o problema mesmo está na amamentação. Ele mama uns 10 minutos e começa a “brigar” com o peito. Faz birra, chora, não quer mais saber. Coloco ele no outro seio e… pronto! Tudo resolvido por mais uns 10 minutinhos. Daí a novela recomeça. Faz birra, chora, não quer mais saber.

Isso tem me deixado mega cansada. Primeiro pelo desgaste físico (lembrem-se: ele está mamando quase que de hora em hora) e depois pelo emocional (pois ele berra daquele jeitinho especialmente desesperado).

Geralmente eu tento acalmar e insisto para que ele mame mais um pouco. Ele até pode pegar o peito de novo, mas não por muito tempo. Chororô mais uma vez. Fico em pé com ele no colinho e dou uma volta pela casa.

Às vezes ele acalma e chega a dormir. Ou então continua chorando. Quando a opção 2 acontece eu busco minha querida amiga (#not) mamadeira. Então ele fica quietinho de vez e chega a dormir.

Acontece que eu quero evitar ou até abolir a mamadeira. Entretanto, assim fica cada vez mais difícil. Só que fico sem saber o que fazer. HELP, please!

Além de sugestões para contornar o problema preciso entender o motivo da birra com o peitão! Vamos as opções:

A) Pouco leite.

Realmente a minha produção parece ter reduzido. Porém, quando ele começa a ficar irritado no peito eu verifico e tem leite.

B) Sono.

Talvez. Mas acontece praticamente em todas as mamadas, então acho difícil que a criança viva com sono (sendo que ele mama assim que acorda).

C) Ele já está satisfeito.

Acho difícil, pois se a gente oferece a mamadeira ele sempre aceita.

D) Ele recusa o peito, pois afinal… mamadeira é muito mais fácil mesmo.

É a opção mais temida, mas pode ser, né?! Isso que tento dar no máximo 2 mamadeiras por dia (como complemento, depois de amamentar e somente se necessário).

E) Manha.

Não acredito, mas enfim…

Alguma outra possibilidade? Alguém já passou por isso com o seu filhote?