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Como personalizar o carrinho do bebê

Com um pouco de talento, tecidos e uma máquina de costura é possível deixar o carrinho do bebê com um toque todo especial.

Como eu não tenho nem talento, muito menos máquina de costura, agradeço pelo presente lindo, feito pela minha tia para a Clara (a mesma tia que fez os enfeites de porta para o quarto, tanto o do Vítor quando o da Clara).

Então era uma vez um carrinho…


Que com um protetor ganhou uma cara totalmente nova…


Com opção no vermelho também…


Gostaram? Diante de coisas assim que eu penso: como eu queria ter alguma (uma que fosse) habilidade manual!

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Porto Alegre (com bebê) for dummies

Semana passada o Fábio foi fazer um curso em Porto Alegre, durante 5 dias. Fiquei sozinha com o Vítor e logo me organizei para tirar folga sexta e conseguir ir encontrá-lo e passear um pouco. Além disso, era aniversário de uma amiga muito querida, a Paula, madrinha do Vítor.

Quinta de noite comecei a me organizar. O plano era levar apenas uma mochila, para ficar mais fácil o deslocamento com o Vítor, mas na hora de guardar tudo vi que precisaria de mais uma bolsa. Afinal, sair com bebê é um caos, pois o kit obrigatório é infinito: roupas extras (vai que suja), casaco (vai que esfria), manga curta (vai que esquenta),…

Então na sexta de manhã lá fui eu com: uma mochila, uma bolsa, um carrinho e o Vítor. Oi coluna, sua linda!

Fomos de ônibus até Porto Alegre. A viagem dura cerca de 2 horas e é bem tranquila. Escolhi um horário que não tem muito movimento, assim consegui ficar com o banco do lado livre para me acomodar melhor com o Vítor.

Na cidade nos deslocamos de tudo que é jeito: ônibus, táxi, carro. Vítor foi um parceirão e não reclamou de nada, pelo contrário, curtiu muito observar o movimento e as novidades (sacomé, gurizinho de interior vai para a cidade grande e fica deslumbrado, tadinho, nunca viu tanto prédio, carro e gente em um dia só).


Nosso itinerário: bairro Bom Fim, PUCRS, Shopping Moinhos de Vento e Parcão. Sem contar a noite em Guaíba, cidade vizinha onde era o aniversário.

Algumas considerações:

– Andar de ônibus com o carrinho é complicado, pois nem todos quase nenhum tem rampa de acesso. O jeito é contar com a boa vontade do cobrador ou de algum passageiro e disso eu não posso reclamar, pois sempre tinha alguém para ajudar.
– O Shopping Moinhos é uma boa opção de passeio. Ele não é tão movimentado, além disso possui carrinhos (para quem não leva o do bebê) e um excelente fraldário.
– Eu não levei suco de casa, pois prefiro oferecer algo feito na hora para o Vítor. Então nos lugares que fui optei por pedir um suco natural sem açúcar para mim e colocar um pouquinho na mamadeira do Vítor. Ele adorou o suco de limão da Lancheria do Parque, no Bom Fim, e o de uva com amora do Saúde no Copo, do Moinhos. Tudo sugar free e fresquinho.


– O Parcão é outra ótima sugestão. Parque limpo, bonito e paraíso dos bebês e cachorros, todos na mais pacífica convivência. Vale levar uma toalha ou lençol e se jogar na grama. Para as crianças maiores tem parquinho e a dica é caminhar na margem do laguinho procurando tartarugas.


Tá, eu sei que sou suspeita, pois morei quase 5 anos em Porto Alegre. Na cidade vivi um período muito intenso da minha vida, fiz faculdade, conheci muita gente, comecei minha vida profissional. Mas não adianta… PORTO ALEGRE É DEMAIS!

Em novembro vamos de novo, daí posto mais algumas dicas! E vai ter encontro de blogueiras gaúchas, viu?!

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Viagem, trabalho, mudanças

E daí que no fim de semana o Vítor fez a sua primeira viagem oficial. Fomos para São Paulo visitar os pais do Fábio. Foram 3 dias que passaram voando. Não conseguimos fazer nenhum passeio externo em função da combinação maravilhosa #not do tempo (chuva, frio, nublado). No entanto, deu para curtir bastante a família. Baby conheceu a titia e o primo que ainda tá na barriga. Brincou de montão e ganhou muito colinho!

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Por falar em colinho… eu levei um bebê que estava começando a dormir no berço (assunto para um próximo post, estou com várias pautas mentais) e voltei com um que só quer dormir nos meus braços. Resultado de uma viagem sem carrinho e maiores estruturas. Tive que apelar e fazer o pequeno no embalo mesmo. Mas nada que em alguns dias não volte ao normal.

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Considerações gerais sobre a viagem (talvez elas virem um post expandido, tá na agenda de posts mentais):

– Ótima estrutura a do aeroporto de Porto Alegre para quem viaja com bebê. Fraldário limpinho, carrinho disponível desde do check in até a porta do avião, filas prioritárias sendo respeitadas.
– Já a estrutura de Guarulhos deixou a desejar. O único fraldário que achei era minúsculo, a TAM demorou até providenciar um carrinho e só tivemos acesso a ele depois do raio X (em Porto Alegre o carrinho era da Infraero, não da companhia aérea).
– O Vítor se comportou como um lord! Não incomodou em nenhum trecho da viagem (e olha que teve pedaço de ônibus, de táxi, de avião e de carro).

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Mudando de assunto: faz mais ou menos 1 mês que estou trabalhando em uma agência de design. É um freela e muita coisa consigo fazer de casa. Entretanto começo semana que vem em um novo emprego e tive que colocar o Vítor em uma escolinha.

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Hoje (terça, dia 23, caso o post seja publicado depois) ele começou o período de adaptação. Confesso que estava com o coração apertado, porém deu tudo certo. Segundo a professora ele ficou super bem, mamou no horário e até tirou uma soneca.

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Quando cheguei em casa fui olhar a agenda do Vítor para ver as anotações. Abro e leio isso:

“O Vítor passou muito bem a tarde, é uma criança muito querida, distribuiu muitos sorrisos.”

MORRI de orgulho!

Crescimento

Sexta, dia 10, o Vítor completou 2 meses. Eu já percebo uma grande evolução desde que ele nasceu. E não é apenas em relação ao tamanho, mas também no que se refere ao desenvolvimento dele.

Fica aqui um pouquinhos dos nossos 2 primeiros meses com o nosso pitoco 🙂

Com 1 mês:

– Gostava de ser ninado no colo para dormir.
– Começou a dormir 6 horas seguidas (ou mais) na terceira semana (para a felicidade geral da casa).
– Nos primeiros dias não curtia muito o banho (chorava bastante, tanto na água quanto na hora de colocar a roupa).
– Experimentou o banho de chuveiro e adorou.
– Ficava com frio na hora de trocar a fralda (pela falta de prática da mãe que levava horas para completar a tarefa).
– Teve a primeira gripe.
– Curou a icterícia.
– Começou a tomar complemento de NAN na mamadeira (geralmente 1 vez por dia).
– Fechou o mês com 4,220 quilos e 52 cm.

Com 2 meses:

– Geralmente dorme sendo embalado no carrinho.
– Durante o dia pega no sono sozinho, deitadinho no carrinho ou no bebê conforto.
– Ainda passa a noite no quarto da mamãe.
– Está com o sono bem regularizado.
– Experimentou o banho de balde e amou!
– Não chora mais para tomar banho, pelo contrário… já começa a sorrir na hora de tirar a roupa.
– Não teve assaduras.
– Fica olhando para o móbile e sorrindo na hora de trocar a fralda.
– Teve dor de ouvido.
– Ficou ruinzinho da barriga e seguindo orientação do pediatra tomou chá de ameixa (sem careta!).
Sorri quando a gente conversa com ele.
– Começou a firmar o pescoço (algo meio dancinha Fat Family).
– É fascinado por luzes e lustres.
– Repara nos ambientes (fica observando logo que chega em algum lugar diferente).
– Assiste televisão (adora seus DVDS com musiquinhas).
– Conheceu os avós paulistas.
– Adora passear no sling com a mamãe e o Dexter.
– Fechou o mês com 5,280 quilos e 53 cm.

Das coisas que apenas os pais entendem

– A felicidade quando aquele maldito pum/cocô finalmente sai (depois do bebê se contorcer por horas e horas).

– O malabarismo de sair de casa com bolsa, carteira, bebê conforto, criança, chave, máquina fotográfica, filmadora e bolsa do baby.

– O sonho de conseguir ser pontual.

– A importância de ter sempre roupa extra na bolsa do bebê (kit completo).

– As manobras para colocar o pequeno no berço ou carrinho sem acordá-lo.

– A dor de uma vacina naquele bracinho/perninha gorducho(a).

– A tranquilidade de falar sobre vômito, cocô e outros assuntos do gênero durante as refeições.

– A supremacia da frase: “Não se mexe em quem está quieto”.

Operação bebê no berço: tentativa nº 1

Berço? Só se for de tarde, na hora do cochilo!

Eu sei que o Vítor está apenas com 3 semanas. No entanto, sempre pensei em colocar logo ele para dormir no quartinho dele, no berço. O Fábio concorda, minha mãe incentiva, enfim… a família toda acha lindo: papai e mamãe em um quarto e o bebê no seu cantinho desde pititico.

Na teoria: ótimo. Na prática… difícil. Desde que nasceu ele dorme do lado da nossa cama, no carrinho. Fico tranquila pois qualquer gemido eu já posso pegá-lo (tá, geralmente eu tô com tanto sono que espero ele chorar pra levantar, às vezes é só um “alarme falso”, mas abafa o caso).

Porém o carrinho não parece mais muito confortável. O frio já chegou no Rio Grande do Sul e enrolo o baby todinho. É tanta mantinha e cobertinha que o espaço fica limitado. Acredito que no berço ele estaria melhor.

E ontem foi a tentativa 1 de só Deus sabe quantas de colocar o Vítor para dormir no quarto dele.

Tudo começou por volta das 8 da noite. Ritual básico: banho, leitinho e bebê dormindo gostoso e quentinho no colo da mamãe. Esperei o pequeno pegar bem no sono e o coloquei no berço por volta das 10. Ele dormiu até 11 e pouco e o peguei para amamentar de novo. Então, meia noite lá fui eu tentar colocar ele na caminha. NADA FEITO.

Eu acomodava o Vítor no berço, esperava 5 segundos e ele chorava. Assim foi umas 5 vezes. Depois tentei dar mais leite (o peito é a solução de quase todos os problemas). E lá fomos nós para o quarto dele. Choro de novo!

Até que o Fábio disse para eu levá-lo para o carrinho mesmo. Eu nem pensei em insistir no contrário. Afinal, assim ele fica pelo menos mais uns dias do meu ladinho. Pelo menos até a próxima tentativa.