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A minha visão da maternidade

Antes de mais nada, observem que vou descrever a MINHA visão da maternidade. Essa, por sua vez, é baseada única e exclusivamente nas MINHAS experiências, sejam elas boas ou ruins. É algo totalmente pessoal e individual.

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Situações limite nos fazem refletir sobre muitos aspectos e algumas vezes nos impulsionam a tomar decisões importantes em frações de segundo. Elas nos testam e colocam a prova toda nossa convicção.

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Ontem antes de sair do trabalho eu liguei para minha mãe, que estava com o Vítor, para avisar que ela já podia levá-lo para minha casa, pois eu iria chegar em poucos minutos. O Fábio também teve que trabalhar até mais tarde e quando isso acontece quem fica com o pequeno é a vovó.

No telefone, minha mãe disse que o Vítor estava dormindo. Mais uma vez eu iria chegar em casa e ter que esperar para conseguir brincar uns minutinhos com ele. Tempo precioso, porque é a única hora do dia que ficamos juntos. Eu cansada do trabalho, ele com sono.

Daí que uma velha conhecida bateu na minha porta: a culpa. Por eu não conseguir ficar mais tempo com meu filho (não vou entrar na discussão quantidade x qualidade de tempo que os pais passam com os filhos, apenas queria poder ficar mais com ele e ponto). Por eu ter que depender de outras pessoas que ficam com ele (leia-se minha mãe e minha vó, que fazem isso com o maior prazer, porém, o filho é meu, não delas… um pouquinho daquele papo de tercerizar os filhos que rolou pela blogosfera materna, lembram?). Por eu chegar em casa esgotada (aqui entra a questão quantidade x qualidade de novo, pois se eu estou podre de cansada também não consigo estar inteira para o meu filho, certo?). Enfim, culpa por N motivos.

Larguar o trabalho não é uma opção, nem pelo financeiro, nem por vontade (ficar em casa o dia todo com a cria é ótimo, mas não pra mim). Então a opção que eu tenho é deixar o Vítor apenas meio turno na escola e flexibilizar as minhas manhãs. Decisão tomada ontem no caminho de casa, após o trabalho, quando a única coisa que eu desejava era chegar em casa e ganhar um beijo babado.

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Mas a vida não é um moranguinho. Quando chegamos em casa Vítor passou mal, vomitou muito e a suspeita é de uma virose. Madrugada em claro e um saldo de 6 pijamas, 2 cobertas, 3 toalhas, 1 sofá e 2 travesseiros vomitados. Sem falar nos 7 paninhos e na fuga do hospital (resumindo bem a história: era para ele fazer soro no hospital e ficar em observação, mas a mãe aqui, chata que só vendo, é contra procedimentos desnecessários, invasivos e abusivos, então depois de uma tentativa frustrada de furar a veia do filho pegou o pequeno e disse: vamos embora, simples assim). Mais uma situação limite. Outra decissão em um piscar de olhos. Esse é meu jeito de maternar. Sanguenozóio e faca na bota.

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Um complemento para o post: hoje eu e mais 5 blogueiras queridas (Tchella, Mari, Dani, Ro, Flávia) estamos lindas e glamurosas contando os segredos da maternidade! Tirem as grávidas e as tentantes da sala, pois vai começar o episódio da TV MMqD sobre o que ninguém nunca te contou sobre gravidez e vida pós-filhos!

Ainda, mais e de novo sobre o sono

Não quero ser monotemática embora toda mãe seja, mas preciso comentar algumas novidades em relação ao sono do pequeno.

Conseguimos passá-lo para o berço (enfim!) e ele voltou a dormir a noite toda (aê!). Então agora ele dorme no berço E a noite toda. Perceberam a evolução?! Antes era dormir no berço OU a noite toda.

O que mudou? Bom, acredito que ele tenha se acostumado com o quarto e aceitado que pode ser feliz dormindo longe da mãe.

Foi um processo lento, não quis forçar nada. Quando eu o colocava no berço e viu que não ia rolar já o trazia para o meu quarto, no carrinho. Nada de drama feelings pela madrugada. Não vai dar? Ok, vem com a mamãe. Ficamos nessa por mais de um mês.

Além disso, preciso comentar que baby Vítor voltou para a escola. Ontem o levei no pediatra e o pequeno foi liberado para retornar ao berçário.

Catapora já foi embora e é página virada!

Vítor cremoso

E daí que meu bebê virou um pequeno ser cremoso. Sim, pasta d’água nele! E muito banho de camomila para aliviar o desconforto!

* Obrigada pelas dicas e pelo carinho, meninas! Vítor está bem, não teve quase nada de febre e poucas bolinhas. Fomos no pediatra e ele pediu para que o baby fique de 7 a 10 dias afastado da escolinha. Segunda vamos voltar no médico e fazer uma reavaliação. Enquanto isso eu, o Fábio e minha avó estamos revezando para cuidar do pequeno.
** Queria responder os comentário (estava tentando responder sempre no post mesmo), mas não consigo dar conta! Shame on me!

Sobre o dia das mães e outras coisas mais

Delícia meu primeiro dia das mães. Passei o tempo todo grudada no pequeno. Almoçamos com minha mãe e minha avó materna. De tarde fomos na casa da minha avó paterna.

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Eu poderia escrever vários clichês pela data. Entre eles que ser mãe mudou a minha vida, que meu filho é a coisa mais preciosa do mundo, o quanto sou apaixonada por ele. Sim, é tudo verdade. No entanto vou me limitar a usar outra frase pronta: uma imagem vale mais do que mil palavras. Pra mim essa foto diz tudo hoje.


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Ainda sobre o dia das mães…

Eu e o Vítor participamos de uma reportagem do jornal da nossa cidade, a Folha do Mate. A matéria abordava os blogs sobre maternidade, as mamães blogueiras. Amanhã coloco aqui para vocês lerem.

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Por falar em mamães blogueiras… parabéns para nós! Espero que todas tenham curtido o dia com seus maiores presentes: seus filhotes! (Clichês mode ON hoje!).

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O frio já chegou no Rio Grande do Sul e o resultado foi que o Vítor ficou gripadinho. Nariz escorrendo, respiração pesada e um pouco de tosse. Liguei para o pediatra e ele receitou dois remedinhos. Comecei a dar ontem e o baby já está bem melhor. Acredito que em dois ou três dias ele esteja 100%.

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Se tem algo que me deixa furiosa é as pessoas falarem que o Vítor dorme demais, mama pouco, que eu deveria acordá-lo para mamar e diversas outras coisas do gênero. Não tem necessidade, ok?! Segundo o pediatra ele está crescendo e se desenvolvimento bem. Além disso, do meu filho cuido eu. #prontofalei

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Ah, quase esqueci! Hoje o Vítor completou 4 semanas de vida! Parabéns para o meu bebê! 🙂

Meu pintinho amarelinho

E não é que o Vítor está com icterícia, o conhecido amarelão?!

Pois é. Tudo começou um dia depois que chegamos em casa. No hospital o pediatra já tinha nos pedido para deixá-lo na luz, nada de levar em consideração aquele papo de vó de manter o bebê sempre no escurinho.

Seguimos o conselho, mas mesmo assim ele começou a ficar com o rosto amarelado. Porém, sabe como é… pais de primeira viagem acham que o filho é o ser mais perfeito, lindo e maravilhoso da face da terra e não conseguem fazer outra coisa além de babar na cria. Eu e o Fábio não tivemos a capacidade de observar que o Vítor estava com a pele diferente, foram as visitas que começaram a comentar.

Abre parênteses.

Pra chegar no ponto dos outros nos falarem é porque a pele da criança realmente estava BEM amarelinha. Quando alguém comentava falava cheio de cuidado para que a gente não levasse a mal ou ficasse ofendido com a observação.

Claro que a gente não ficou chateado com nenhum comentário, pelo contrário. Diante disso que procuramos o pediatra e descobrimos que realmente era icterícia.

Fecha parênteses.

Marcamos consulta no pediatra e começamos o tratamento. Basicamente o negócio é manter o pequeno sempre na claridade, seja natural ou próximo de uma lâmpada acesa. Além disso, estou tomando chá de raiz de salsa, segundo o médico vai ajudar para que ele melhore mais rápido.

Agora é só esperar. Segunda temos consulta de novo. Espero que ele já esteja melhor e não precise fazer banho de luz no hospital.

Alguém já passou por isso?! #comofas?