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Vítor cremoso

E daí que meu bebê virou um pequeno ser cremoso. Sim, pasta d’água nele! E muito banho de camomila para aliviar o desconforto!

* Obrigada pelas dicas e pelo carinho, meninas! Vítor está bem, não teve quase nada de febre e poucas bolinhas. Fomos no pediatra e ele pediu para que o baby fique de 7 a 10 dias afastado da escolinha. Segunda vamos voltar no médico e fazer uma reavaliação. Enquanto isso eu, o Fábio e minha avó estamos revezando para cuidar do pequeno.
** Queria responder os comentário (estava tentando responder sempre no post mesmo), mas não consigo dar conta! Shame on me!

Catapora

Simples assim. Vítor está com catapora bem no meio da semana e na véspera de um evento importante de trabalho que eu não posso faltar de jeito nenhum. É mole?! Alguma dica, pitaco, indicação de macumbeira, reza braba?!

A escola

Já comentei aqui do que espero de uma escolinha. Agora quero colocar um pouquinho da minha experiência de mãe chata que procura a escola perfeita.

Moro numa cidade pequena e não tenho muitas opções. Visitei alguns lugares e consegui vaga numa das minhas preferidas. O que eu levei em conta na hora de escolher:

– Ambiente alegre e colorido.
– Salas com ar condicionado.
– Sistema de interfone (assim a professora nunca deixa as crianças sozinhas, tudo que ela precisa solicita por interfone).
– Portão sempre fechado e trancado.
– Organização (toda comunicação da escola é por escrito pela agenda, assim sempre fico sabendo tudo que o Vítor fez, comeu e que horas).

Além disso, as professoras são atenciosas e muito carinhosas com as crianças, o que conta mais do que qualquer detalhe de estrutura física.

O Vítor se adaptou muito bem à escola, começou ficando apenas algumas horinhas e depois de uma semana e meia já ia o dia todo.

De modo geral não posso reclamar.

MAS… (sempre tem um mas!)

A única implicância que eu tenho com a escola é em relação à alimentação. Tá, o Vítor ainda não come, porém logo vai começar. E eu quero evitar o máximo possível algumas coisas como açúcar e frituras. E daí, como faz?

Por enquanto orientei a escola a não colocar açúcar no suco e no chá que é oferecido para ele. Depois vamos ver como vai ser, um passo de cada vez, não?! Devagar vamos nos ajustando (eu e a escola, a escola e eu).

O fim das férias

Acabou meu período de férias. Quinta, dia 1º, começo a trabalhar.

Pergunta número 1 – FÉRIAS? WTF? Você por acaso não tem um bebê de 4 meses que exige atenção full time, mama no peito e acorda 1971628126 vezes por noite?

Sim, Vítor está 4 meses e meio e demanda muita atenção, colinho, beijinhos e mimos. Ele ainda mama no peito, porém apenas de madrugada e de manhã, nos outros horários não aceita bem e acaba tomando complemento. Nossas noites são tranquilas, geralmente ele dorme bem. De fato não foi um período de férias com sombra e água fresca. Entretanto, chamo de férias por ter parado de trabalhar logo no início da gravidez e ter ficado em casa direto até agora.

Pergunta número 2 – Tu já não estava trabalhando?

Sim, mas trabalhava apenas como free lancer e a maioria dos trabalhos eu conseguia fazer home office. Agora vou continuar com o freela, mas também vou ter um emprego fixo, bate cartão, carteira assinada, com horário e tudo nos conformes. Vai ser em um jornal no horário da tarde.

Agora todas chorA e falam “AHHHH, mas e o blog?!”. Não se preocupem, o negócio pode ficar lento, mas não pára não! Eu tenho insônia, sabiam?! Então bora escrever boladona na madrugada!

Torçam por mim!

Amanhã eu conto um pouquinho de como o Vítor está se saindo na escolinha. 🙂

Viagem, trabalho, mudanças

E daí que no fim de semana o Vítor fez a sua primeira viagem oficial. Fomos para São Paulo visitar os pais do Fábio. Foram 3 dias que passaram voando. Não conseguimos fazer nenhum passeio externo em função da combinação maravilhosa #not do tempo (chuva, frio, nublado). No entanto, deu para curtir bastante a família. Baby conheceu a titia e o primo que ainda tá na barriga. Brincou de montão e ganhou muito colinho!

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Por falar em colinho… eu levei um bebê que estava começando a dormir no berço (assunto para um próximo post, estou com várias pautas mentais) e voltei com um que só quer dormir nos meus braços. Resultado de uma viagem sem carrinho e maiores estruturas. Tive que apelar e fazer o pequeno no embalo mesmo. Mas nada que em alguns dias não volte ao normal.

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Considerações gerais sobre a viagem (talvez elas virem um post expandido, tá na agenda de posts mentais):

– Ótima estrutura a do aeroporto de Porto Alegre para quem viaja com bebê. Fraldário limpinho, carrinho disponível desde do check in até a porta do avião, filas prioritárias sendo respeitadas.
– Já a estrutura de Guarulhos deixou a desejar. O único fraldário que achei era minúsculo, a TAM demorou até providenciar um carrinho e só tivemos acesso a ele depois do raio X (em Porto Alegre o carrinho era da Infraero, não da companhia aérea).
– O Vítor se comportou como um lord! Não incomodou em nenhum trecho da viagem (e olha que teve pedaço de ônibus, de táxi, de avião e de carro).

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Mudando de assunto: faz mais ou menos 1 mês que estou trabalhando em uma agência de design. É um freela e muita coisa consigo fazer de casa. Entretanto começo semana que vem em um novo emprego e tive que colocar o Vítor em uma escolinha.

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Hoje (terça, dia 23, caso o post seja publicado depois) ele começou o período de adaptação. Confesso que estava com o coração apertado, porém deu tudo certo. Segundo a professora ele ficou super bem, mamou no horário e até tirou uma soneca.

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Quando cheguei em casa fui olhar a agenda do Vítor para ver as anotações. Abro e leio isso:

“O Vítor passou muito bem a tarde, é uma criança muito querida, distribuiu muitos sorrisos.”

MORRI de orgulho!

Cadê mamãe?

Daí que mamãe foi trabalhar. Comecei no fim da semana passada. É um retorno lento e bem gradual. Tudo para que o Vítor não sinta muita saudade de mim e se acostume com algumas mudanças na rotina dele.

Eu tinha parado de trabalhar logo que soube da minha gravidez. Na época era gerente de marketing de uma agência de imigração em Londres. Estudava inglês de manhã e de tarde minha carga horária era de mais ou menos 4 horas por dia na empresa.

Tinha uma rotina leve, apesar do meu trabalho ser um tanto quanto estressante. Muita coisa para fazer, cobrança, pressão. Quando pedi demissão senti um alívio imenso, pois foi bem na época em que comecei a enjoar todo santo dia. Além disso, tinha um sono absurdo, coisa de recém grávida.

Com o tempo livre (minhas aulas de inglês logo acabaram) pude me atirar de cabeça nessa vida loka de grávida. Curti cada segundinho. Dormi e comi como se não houvesse amanhã. Comprei coisinhas lindas, organizei o quarto, arrumei e desarrumei mil coisas.

Durante exatos 10 meses (parei de trabalhar no fim de agosto) eu pensei, respirei e sonhei com bebê, fralda, parto, amamentação, leite, mamadeira, chupeta e tudo mais que faz parte desse universo bebezístico O TEMPO INTEIRO. Inteirinho. Só e apenas isso.

Porém, comecei a sentir que estava demais. Deu saudade de ser eu, a Ananda, não apenas a mãe do Vítor. Acredito que seja uma síndrome que atinge boa parte das mães. Normal, né?! Digam que sim!

Então que fui atrás e consegui um novo trabalho. Estou super empolgada, pois é algo ao mesmo tempo diferente de tudo que já fiz (é em uma agência de design), mas ao mesmo tempo vou poder usar conhecimentos diversos que trago de outras experiências.

A melhor parte é o horário flexível. Vou poder fazer bastante coisa de casa, mesmo assim optei por dedicar duas tardes exclusivamente ao trabalho, dias nos quais vou ficar na agência.

E o Vítor? Como vai ficar?

Bom, agora nas primeiras semanas ele tem ficado com a minha mãe ou com a minha avó (geralmente com a minha avó, em função dos horários). No entanto, eu já fui visitar algumas escolinhas e achei uma que aceitaria ele inicialmente duas tardes por semana. Fiquei satisfeita com as instalações e é pra lá que ele vai mês que vem. Vou esperar passar julho, pois aqui no Rio Grande do Sul o frio está terrível e tenho medo das malditas doenças de inverno.

E o coração de mãe? Como está?

Eu estou feliz por voltar a trabalhar e pelo jeito que as coisas estão acontecendo (devagar, gradualmente). Claro que quando deixo o Vítor com minha avó fico com o coração apertadinho, mas como são poucas horas procuro deixar isso de lado, afinal… ele está com pessoas que o amam demais e que vão cuidar dele da melhor forma possível.

E a amamentação?

Tento amamentar antes de sair e na volta. De vez em quando ele sente fome no meio disso (depende de quanto tempo fico fora), daí minha avó acaba dando NAN na mamadeira pra ele. Mas quero me organizar melhor pra a partir de semana que vem combinar com a minha avó para que ela me ligue quando ele quiser mamar. Assim consigo sair e ir atender o filhote. Afinal, a casa da minha avó fica perto da agência e assim vai ser melhor pro pequeno.

Vamos ver como vai ser depois, quando ele for para a escolinha. Mas pode deixar que eu volto aqui e conto tudo!

* O sorteio de comemoração dos 6 meses do blog ainda tá valendo. Participe AQUI!