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O fim das férias

Acabou meu período de férias. Quinta, dia 1º, começo a trabalhar.

Pergunta número 1 – FÉRIAS? WTF? Você por acaso não tem um bebê de 4 meses que exige atenção full time, mama no peito e acorda 1971628126 vezes por noite?

Sim, Vítor está 4 meses e meio e demanda muita atenção, colinho, beijinhos e mimos. Ele ainda mama no peito, porém apenas de madrugada e de manhã, nos outros horários não aceita bem e acaba tomando complemento. Nossas noites são tranquilas, geralmente ele dorme bem. De fato não foi um período de férias com sombra e água fresca. Entretanto, chamo de férias por ter parado de trabalhar logo no início da gravidez e ter ficado em casa direto até agora.

Pergunta número 2 – Tu já não estava trabalhando?

Sim, mas trabalhava apenas como free lancer e a maioria dos trabalhos eu conseguia fazer home office. Agora vou continuar com o freela, mas também vou ter um emprego fixo, bate cartão, carteira assinada, com horário e tudo nos conformes. Vai ser em um jornal no horário da tarde.

Agora todas chorA e falam “AHHHH, mas e o blog?!”. Não se preocupem, o negócio pode ficar lento, mas não pára não! Eu tenho insônia, sabiam?! Então bora escrever boladona na madrugada!

Torçam por mim!

Amanhã eu conto um pouquinho de como o Vítor está se saindo na escolinha. 🙂

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Viagem, trabalho, mudanças

E daí que no fim de semana o Vítor fez a sua primeira viagem oficial. Fomos para São Paulo visitar os pais do Fábio. Foram 3 dias que passaram voando. Não conseguimos fazer nenhum passeio externo em função da combinação maravilhosa #not do tempo (chuva, frio, nublado). No entanto, deu para curtir bastante a família. Baby conheceu a titia e o primo que ainda tá na barriga. Brincou de montão e ganhou muito colinho!

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Por falar em colinho… eu levei um bebê que estava começando a dormir no berço (assunto para um próximo post, estou com várias pautas mentais) e voltei com um que só quer dormir nos meus braços. Resultado de uma viagem sem carrinho e maiores estruturas. Tive que apelar e fazer o pequeno no embalo mesmo. Mas nada que em alguns dias não volte ao normal.

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Considerações gerais sobre a viagem (talvez elas virem um post expandido, tá na agenda de posts mentais):

– Ótima estrutura a do aeroporto de Porto Alegre para quem viaja com bebê. Fraldário limpinho, carrinho disponível desde do check in até a porta do avião, filas prioritárias sendo respeitadas.
– Já a estrutura de Guarulhos deixou a desejar. O único fraldário que achei era minúsculo, a TAM demorou até providenciar um carrinho e só tivemos acesso a ele depois do raio X (em Porto Alegre o carrinho era da Infraero, não da companhia aérea).
– O Vítor se comportou como um lord! Não incomodou em nenhum trecho da viagem (e olha que teve pedaço de ônibus, de táxi, de avião e de carro).

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Mudando de assunto: faz mais ou menos 1 mês que estou trabalhando em uma agência de design. É um freela e muita coisa consigo fazer de casa. Entretanto começo semana que vem em um novo emprego e tive que colocar o Vítor em uma escolinha.

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Hoje (terça, dia 23, caso o post seja publicado depois) ele começou o período de adaptação. Confesso que estava com o coração apertado, porém deu tudo certo. Segundo a professora ele ficou super bem, mamou no horário e até tirou uma soneca.

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Quando cheguei em casa fui olhar a agenda do Vítor para ver as anotações. Abro e leio isso:

“O Vítor passou muito bem a tarde, é uma criança muito querida, distribuiu muitos sorrisos.”

MORRI de orgulho!