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As férias que não foram férias

Volto de um período de férias bloguísticas não anunciadas. Férias que só foram férias do blog, já que além da vida virtual o negócio foi pegado. Estava envolvida com um trabalho extra que exigiu muito de mim, psicologicamente e fisicamente. Foram praticamente duas semanas só tomando banho e dormindo em casa. Mas o que importa é que deu tudo certo e acabou.

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O Dia das Mães aqui em casa foi comemorado um dia depois, já que domingo eu almocei com o Vítor e tive que trabalhar. Então segunda curtimos o frio e ficamos na cama até mais tarde, depois brincamos e matamos a saudade de passar a manhã juntinhos. Fazia um pouco mais de um mês que ele ficava o dia inteiro na escola. Foi algo temporário e inevitável. Agora retomamos nossa rotina gostosa e eu aproveito para começar a desacelerar.

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A pança tá pesando de vez. Diversas atividades estão bem limitadas. Fechei hoje 23 semanas, lembradas apenas porque liguei para marcar um exame. A secretária perguntou: “Quantas semanas”. Eu respondi: “Não sei”. Tive que pegar rápido um calendário e revirar na agenda para achar algumas anotações. Não faço questão de me apegar ao tempo. Sei que o bebê é para setembro e é o suficiente. Não quero cair de novo em neuras de ansiedade e pressa.

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E por falar no segundinho, ou melhor, na segundinha, eis que a moça já tem nome escolhido. Ela vai se chamar Clara, um sugestão da dinda. Nome que bateu e ficou. Nome que já veio com uma música que eu adorava quando criança e pedia para o meu pai sempre repetir enquanto a gente estava no carro ouvindo o CD do Lulu Santos.

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“Clara como a luz do sol
Clareira luminosa
Nessa escuridão
Bela como a luz da lua
Estrela do oriente
Nesses mares do sul
Clareira azul no céu
Na paisagem
Será magia, miragem, milagre
Será mistério”

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Clara, que ilumina. Que já nos iluminou.

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Je t’aime

Paris provavelmente é um dos maiores clichês do universo. Não vou entrar na minha teoria de expectativa turística, pois não é o caso. Quero me limitar a comentar a minha relação com a cidade, uma vez que ela marcou um período muito especial da minha vida.

Conheci Paris em agosto de 2010. Grávida, de um mês e meio. Sabendo da notícia a uma semana.

A viagem foi um presente que ganhei do Fábio, muito antes de imaginar uma gravidez naquele momento.

E foi lá, no maior clima love is in the air, que o Vítor ser ainda sem sexo ganhou seus primeiros presentes do papai e da mamãe. Um deles o livro Le Petit Prince, comprado em uma feirinha na beira do Rio Sena. O outro um body da marca de souvenirs I was in, azul com o desenho da Torre Eiffel.


Body que semana passada o Vítor usou pela primeira vez. E que me trouxe de volta o gostinho de uma viagem inesquecível. E sim, ele pode dizer que estava lá. In Paris. Inside me. With us.

* Hoje é o último dia para participar do sorteio da gravadora MCD! Basta clicar aqui!