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A casa também é do bebê

Agora que nos mudamos aproveitei a oportunidade para deixar a casa mais acessível para o Vítor. Penso que os bebês e as crianças devem se sentir realmente parte da família. Para tanto, uma das etapas é fazer com que eles se identifiquem com o lugar onde moram e saibam que o espaço também é deles.

Sendo assim, aqui em casa o Vítor é livre e pode entrar em todos os cômodos da casa. Procuro não deixar nada quebrável ou perigoso (como remédios) onde ele alcança. Na cozinha ele só vai com algum adulto, para evitar que mexa nas gavetas ou no armário. No entanto, não tratamos o lugar como proibido.

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Uma ideia que coloquei em prática no novo apartamento foi deixar coisas do Vítor em diferentes peças da casa. Além de reforçar a identificação dele com o lar é uma estratégia que ajuda muito enquanto arrumo ou limpo a casa. Assim, ele pode me seguir e brincar com o que acha em cada espaço.

– Alguns brinquedos na estante da sala, ao alcance do Vítor:


– Foto dele com a gente na parte baixa da estante (ele adora beijar a si mesmo na foto):


– Livro de banho favorito no banheiro:


– Nosso quarto sempre tem alguns carrinhos espalhados:


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Como o Vítor anda pela casa inteira tive que escolher com cuidado o que colocar nas gavetas e nas partes mais baixas dos armários e das estantes. No escritório, por exemplo, preenchi a primeira prateleira do livreiro com caixas vazias de games. O Vítor pode mexer tranquilamente (e ele adora, principalmente quando acha um jogo de futebol, fica gritando “a bol, a bol”). A parte ruim é ter que juntar tudo mil vezes por dia, mas enfim, faz parte!

Cenas de uma manhã com dois bebês em casa

Segunda acabou a licença do Fábio. Ele ficou 15 dias direto comigo e com as crianças, dividindo todas as tarefas da casa e os cuidados com os filhos. Nem preciso dizer que foi maravilhoso, né?

Agora que ele voltou ao trabalho eu tive que encarar a realidade. E ela não é nenhum pouco bonita ou organizada. Mas tudo bem, a gente tenta!



O que tenho feito para fazer funcionar e conseguir melhorar a situação aqui de cima:

– Estabelecer prioridades e metas. Por exemplo: como durante a manhã fico com o Vítor e a Clara a meta é arrumar os quartos. A sala e a cozinha fica para a tarde, quando o Vítor vai para escola e tenho um tempo entre uma soneca e outra da Clara.

– Ter um espaço seguro para o Vítor. Assim posso amamentar a Clara com tranquilidade, sem ficar gritando “não mexe nisso” ou “não faz aquilo”. O que tenho feito é trancar o Cachorro na sacada (para ele não ficar pegando os brinquedos do Vítor e o lambendo), fechar a porta do banheiro e bloquear o acesso para a cozinha com uma cadeira. O que resta para ele são três peças: sala e quartos. Deixo os brinquedos pelo chão e coloco uma música ou um DVD. Pronto, ganho algum tempo sem me preocupar.

– Contar com a ajuda de uma faxineira. Nossa ajudante vem uma vez por semana e isso faz uma diferença incrível. Ela fica com o serviço “pesado” e a gente tenta manter tudo mais ou menos nos outros dias. Tem dado certo.

– Almoçar fora. A gente almoça fora, mesmo com a Clara com menos de um mês. Moramos em uma cidade pequena e é relativamente tranquilo ir em um restaurante com dois bebês. Se está chuvendo ou muito frio o Fábio traz comida. Facilita horrores!

Mesmo assim… algumas coisas escapam do meu controle. O fato de eu ter um filho bagunceiro é uma delas!

Aniversário passo a passo

Apesar de ter parado com as postagens com inspirações para o aniversário do Vítor, os preparativos estão em andamento.

Vamos conferir em que pé estão as coisas:

– Data: praticamente fechada. Aguardo apenas um retorno da minha cunhada para bater o martelo. Família longe exige toda uma programação.

– Local: o objetivo era não gastar muito com aluguel de um local (ou nada mesmo). Foi então que meu primo e padrinho do Vítor ofereceu que a gente fizesse a festa no restaurante dos pais dele. Achei ótimo, pois além de reduzir um custo, o lugar é bonito e agradável.

– Horário: decidi 16hrs. Assim o Vítor pode tirar a soneca da tarde tranquilo para estar disposto na hora da festa.

– Lista de convidados: fiz várias. Uma completíssima, outra máomenos, e assim até chegar em uma lista enxuta. Agora é sentar com o Fábio e decidir qual se encaixa nas nossas possibilidades.

– Tema: não queria um tema pronto, mas como o Vítor ama o George, O Curioso, optei por fazer a festa de macaco. A equipe linda da TraçoD ficou responsável pelo desenho.

– Papelaria: também larguei nas mãos da agência de design. Mostrei algumas fotos com o que eu gosto e estou mega ansiosa para conferir o resultado.

– Convite: quero que seja de papel semente, porém estou verificando preços com fornecedores e tudo mais.

– Retrospectiva: embora tenha todo equipamento para fazer um vídeo ou uma apresentação em telão, escolhi fazer em forma de varal de fotos. Quer saber? Acho chato vídeo assim em festa de criança. E o varal de fotos tem aquele toque de trabalho manual, feito com amor e carinho pela mãe toda trabalhada no dom artístico (not!). Então, bora se jogar no instrumental todo (tesoura, cola, papel,…).

– Doces: andei tentando fazer uns cupcakes. Deu certo, ficou bom, mas para o aniversário seria muito trabalho. Então vou pesquisar quanto custa para mandar fazer. Se for muito caro vou ter que me jogar na cozinha mesmo, pois considero um item indispensável! Sobre o bolo e os docinhos, também preciso fazer um levantamento de preços.

– Salgados: não quero nada frito, mas o lugar que achei que faz ótimos salgados de forno cobra caro. Vou ter que pesar no orçamento para ver se vale a pena.

– Fotos: já contratei um profissional e consegui boas condições de pagamento. Como ele parcelou, até o aniversário as fotos vão estar pagas. Ele fez um pacote de serviço + fotolibro. Sem falar que o trabalho é incrível, tenho certeza que fiz a escolha certa!

– Lembranças: a ideia é que a lembrança seja uma muda de árvore. Talvez eu consiga sem custo com uma associação ambiental. Tomara! Senão já vi preço com produtores.

Por enquanto eu acho que é isso! Esqueci de alguma coisa? Dúvidas, sugestões, comentários?

Ultrassom, berço e consulta

Ontem o dia foi super corrido. A maratona começou de manhã. Logo cedo eu tinha ultrassom marcado e lá fomos nós (eu e o Fábio) conferir como está o Vítor.

Estou com 30 semanas e o baby já pesa 1.679 gramas. O comprimento aproximado é de 38 cm. Pelo jeito vem aí um bebezão!

Além disso, vimos que o Vítor está de cabeça para baixo. No entanto, ainda é cedo e isso não diz muita coisa em relação ao parto.

Depois do ultrassom voltamos para casa e comecei a arrumar algumas coisinhas no armário do bebê. Minha mãe já lavou e passou todas as roupinhas, agora só falta acabar de separar tudo por tamanho. Percebi que tenho um monte de coisa pequenina (tamanho RN e P, peças que devem servir até o 3º mês no máximo). Mas foi bom começar a me organizar, assim posso fazer uma lista bem objetiva para o chá do Vítor.

Na sequência do momento organização Maria chegou a hora mais aguardada do dia: receber o berço! Sim, ele já está no quartinho do Vítor, todo lindo e mimoso! Ainda não tirei fotos, porém em breve coloco uma aqui.

Coisa gostosa ter o berço montado em casa. Dá a verdadeira sensação de “eu vou ter um filho e falta pouco”. Bobagem de gravidinha ansiosa! 🙂

E para completar o dia dedicado totalmente ao baby eu tinha consulta com a GO no fim da tarde. Pressão normal, medida da barriga ok, peso certinho. Mas eis que na hora do exame de toque recebemos uma surpresa: 1 cm de dilatação. Isso mesmo, cedo assim.

Eu tinha sentido na semana passada uma contração, mas foi isolada e nem dei muita bola (pensei até que podia ser só mais uma das acrobacias do Vítor). Comentei com a médica e ela disse que não necessariamente foi isso que ocasionou o início da dilatação.

Anyway… a recomendação é repouso. A GO também indicou 2 injeções para acelerar o amadurecimento dos pulmões do bebê (caso ele decida nascer antes de fechar pelo menos 36 semanas).

Fiquei meio tristinha depois da consulta. A notícia me deixou com receio de um parto prematuro. Não dormi muito bem de noite, cabeça a mil.

Hoje acordei um pouquinho mais animada, afinal, a dilatação pode não significar nada. A médica disse que posso tranquilamente ir até o fim da gravidez (ou seja, chegar até as 40 semanas). É só uma questão de seguir as orientações e ficar um pouco mais quietinha. Prometo me comportar!