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Aniversário verde: a economia

Fazer uma festa de aniversário, por menor que seja, sempre custa dinheiro e muitas vezes exige uma preparação financeira. Afinal, não é todo mês que sobra (quando sobra) uma quantia razoável para bancar a comemoração, mesmo que no estilo ‘apenas uns docinhos’.

Pensando nisso eu já comecei a me preparar financeiramente para o aniversário do Vítor, que é em abril. Nosso orçamento geralmente é apertado, então tenho que trabalhar com toda antecedência possível para poder fazer a festa que eu estou imaginando.

A primeira medida de economia é bem simples e para começar só depende de um velho conhecido de muita gente: o cofrinho. Quem nunca, quando criança, fez um furinho numa lata ou pote para guardar moedinhas e comprar tudo em doce, salgadinho e refrigerante no mercadinho da esquina? Alimentação saudável #not.


Pois então, o Vítor ganhou um cofrinho quando eu ainda estava grávida. O carrinho ficou guardado jogado no armário. Mais ou menos no início de outubro eu o peguei e comecei a depositar ali todas as moedas que ia achando pela casa. Não tenho nenhuma meta, apenas pego o que está sobrando e guardo no cofrinho. Simples assim.

Um detalhe importante é que o cofrinho tem apenas uma abertura: a de colocar moedas. Assim não corre o risco de ser assaltado por mim hoho no meio do caminho. Pretendo quebrá-lo quando estiver cheio, para então ver quanto consegui guardar e usar na compra de algum detalhe da festa, como convite, por exemplo. Veremos!

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Aniversário verde: lembrança

Não considero indispensável o item lembrancinha em um aniversário, mas confesso que adoro quando recebo uma, ainda mais se for algo preparado com carinho.

Levando a sustentabilidade em consideração, pensei em algumas coisas e achei um site que é exatamente de acordo com o que imagino: Sushi com Macarrão, uma ecolojinha pra lá de charmosa!

Um dos itens que mais chamou a minha atenção foi o mini vasinho. Ele tem 6 cm de altura, vem com terra, pedaço de papel semente (flor do campo) e uma tag personalizada.


Imagem de divulgação da página Sushi com Macarrão.

Cada mini vasinho custa R$ 4,50 e o número mínimo para encomendas é de 10.

É ou não é um amor?!

* Lembrando que os posts com ideias e inspirações de aniversário não são publieditoriais. Apenas indicações de coisas que achei pela internet.

A coluna do meio

Acompanhei alguns posts (aqui e aqui, por exemplo) que repercutiram a entrevista da filósofa francesa Elisabeth Badinter nas páginas amarelas da Veja do dia 20 de julho. Ela defende que a mãe perfeita é um mito. Na entrevista Elisabeth declara:

“Movidos por ideologias as mais variadas, feministas, ecologistas e intelectuais que eu combato tratam de sedimentar no caldo cultural do século XXI a idéia de que, uma vez mãe, a mulher deve enquadrar-se em um modelo único, obedecendo a dogmas que, de tão atrasados, sepultam os avanços mais básicos trazidos pela industrialização. Estou falando de pessoas que torcem o nariz para as cesarianas e chegam a fazer apologias do parto sem anestesia, sob o argumento de que há beleza no sacrifício feito em nome dos filhos já no primeiro ato. Demonizam o uso da mamadeira e até o da fralda descartável. Para essa gente, as mães nunca devem estar indispostas para suprir as necessidades de sua prole. Essa pressão só causa frsutração e culpa nas mulheres.”

Percebi opiniões de um lado e de outro na blogosfera materna. Mas o texto que mais chamou a minha atenção foi o da Carol Passuello, do blog Vinhos, viagens, uma vida comum… e dois bebês!, com o título “tem que” nada.

A Carol questiona a existência de uma coluna do meio, um espaço onde é possível circular entre as diferentes ideias quando o assunto é maternidade.

Eu penso que existe sim esse espaço, no entanto talvez ele fiquei ofuscado com tantas “bandeiras”. Parto normal X Cesárea. Amamentação X Complemento. Consumo X Sustentabilidade. Uma coisa ou outra. A turma do meio acaba sufocada com tanta opinião.

O Vítor nasceu de parto normal, mas quase cedi a uma indução por ansiedade (e assim passei a entender as mães que acabam optando por uma cesárea). Amamento com todo amor, porém sinto falta da liberdade de ter um dia só pra mim, sair para trabalhar sem me preocupar com a hora que meu filho vai sentir fome. O pequeno tem carrinho, bebê conforto, cadeirão e diversas roupas de segunda mão. Entretanto, também gosto de marcas e já comprei para ele coisas da Gap, Adidas e Puma.

Não me considero contraditória, apenas vivo a minha maternidade real. Uma maternidade feita de escolhas conscientes e de liberdade. Espaço para errar, para acertar, para mudar de opinião quantas vezes eu quiser. Tudo por amor. Amor pelo meu filho, meu marido e minha família. Amor por mim.

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