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A louca da virose

Tudo começou com um vômito no feriado, enquanto a mamãe estava no trabalho. É obvio que o vômito foi um daqueles de presença, justamente na cama de quem? Da mamãe e do papai. É claro também que sujou muito além do lençol, foi o kit completo, incluindo colchão e edredon. Legal, né? Não tão legal quanto a parte 2, a repetição do episódio na mesma tarde, desta vez no carrinho.

Acontece que o bebê tem uma mãe grávida e que fica facilmente enjoada (ainda!). E a mãe simplesmente começou a vomitar junto. Se foi frescura ou virose eu não sei. Só sei que a Páscoa foi assim: nada de chocolate, cama e muita roupa suja por todos os lados.

Felizmente hoje estamos melhor, mas daí foi a vez do papai ficar ruim. O que me resta dizer? Pelo menos um de cada vez, né?

E amanhã big baby faz 1 ano! É muita emoção para uma pobre mãe. No entanto, aqui em casa tinha que ter emoção ao quadrado, afinal, tudo tem sido multiplicado este ano (assim como desgraça pouca é bobagem, sabecomé?). Então, vai ser comemoração com galo na cabeça.

Justamente hoje Vítor caiu feio pela primeira vez e ficou com a parede marcada na testa. Nada demais, mas rolou aquele mamma-drama-feelings, acentuado por frases do gênero: “justo na semana do aniversário”. Ok, estamos bem e prontos para encher o pequeno de beijos amanhã! Vocês prometem que passam aqui para ler as minhas poucas linhas cheias de mimimi materno e muito amor?

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A calçada

Sim, a maldita.

Acontece que ontem eu caí na rua. Estava indo numa loja com o Fábio, no centro da cidade, quando tropecei e fui de cara/pança no chão.

Logo senti dor no joelho. O Fábio me ajudou a levantar e sentei no carro. Daí bateu o desespero e comecei a chorar. Era de dor, era de receio, era de nervoso.

Voltamos para casa e deitei na cama. Eu estava com as mãos e com um dos joelhos arranhados. Não sentia nada diferente em relação ao bebê, mas achei melhor ligar para a médica.

Ela estava indo para o hospital pois ia fazer um parto e disse para eu ir até lá. Logo que cheguei fui atendida e uma enfermeira me colocou em um aparelho que monitora os batimentos cardíacos do bebê e as contrações da grávida.

Fiquei 20 minutos no aparelho e depois do parto a médica foi analisar o resultado. Ela disse que está tudo bem comigo e com o Vítor, ou seja, o tombo não passou de um susto. Sorte nossa! Agora é cuidar para evitar outro acidente. Deu já, né?!