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O conto do vestido e as bolachas partidas

Hoje acordei cedo E de bom humor. Quem me conhece sabe que geralmente cedo e bom humor não andam juntos pra mim. Mas talvez tanto ânimo se deva ao fato de um pequeno ser que dormiu das 22h às 7h. Sim, façam as contas. NO-VE horas! Todas comemora!

Claro que eu não dormi tudo isso, magina só uma mãe dormir 9 horas, luxo total! Acontece que acabei ficando na frente do computador bem alegrinha até tarde. Nada mais justo, não?

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Como acordei feliz da vida por não precisar levantar mil vezes e embalar o carrinho por 2637752753 horas abri o armário cheia de inspiração. Solzinho gostoso na rua, temperatura agradável. Acho digno uma mãe produzida, principalmente numa sexta-feira contagem regressiva para o fim de semana.

Então que o modelito escolhido foi um vestidinho pré durante e, óbvio, pós gravidez. Sustentabilidade, a gente vê por aqui.

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Só quando a gente usa um vestido depois da gravidez que consegue dimensionar o quão ridícula devia ficar quando o usava com aquele barrigão. E isso não é o pior, acreditem. O pior é olhar desconfiada no espelho e calcular que pelo tamanho da pança e dos peitos de uma gestante e pelo tamanho do vestido a bunda devia ficar de fora quando eu o usava grávida. FATO!

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Agora momento ternura do marido.

Semana passada fui em uma palestra do Fabrício Carpinejar, escritor gaúcho que vale a pena conhecer (e não é bairrismo, ele é bom mesmo, juro). Ele contou que quando conheceu sua mulher soube que ela era a pessoa certa através de pequenos atos de amor. Um deles era dividir um pacote de bolachas no café da manhã. Carpinejar detalhou que ela pegava apenas as bolachas quebradas para deixar as inteiras para ele.

Achei bonitinha a colocação e contei para o marido. Fábio olha pra mim e diz: “Se fosse tu ia comer TODAS as bolachas”. AHAM. Senta lá, Cláudia.

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Boa sexta-feira! E um fim de semana melhor ainda!

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Lençol com um furo para a cabeça

É assim que eu defino roupa de grávida gorda: lençol com um furo para a cabeça. É uma infelicidade toda vez que percebo que tá na hora de acrescentar peças novas no armário (e isso acontece com uma frequência incrível durante a gravidez). Além de serem caras, as roupas para gestantes não possuem caimento. Claro que isso não é uma regra geral, no entanto a situação é um pouquinho mais complicada para quem mora em cidades pequenas (meu caso!). As opções de lojas são reduzidas e o jeito é bater perna até achar algo de bom gosto.

Quando eu engravidei eu morava em Londres e minha maior descoberta foi a linha Maternity da Gap. Tratei logo de comprar duas calças jeans e algumas blusas. Porém, como estava no início não imaginei que a barriga ia aumentar tanto! Também não tinha ideia de que seria tão difícil encontrar outras peças no Brasil.


Usei muuuuito os jeans com elástico da Gap. Com certeza eles fazem parte do meu top 5 de roupas durante a gravidez. Super recomendo para quem tiver a possibilidade de comprar ou encomendar com algum amigo/parente/conhecido que for viajar para o exterior. Sei que é complicado fazer um pedido desses, principalmente pela numeração ser diferente da brasileira, mas enfim, #ficaadica.

Outro item top top do meu armário de grávida é um vestido básico da Hering. Ele é mega simples, mas eu adoro! Tenho um de cada cor disponível (verde, rosa, cinza e preto). E o melhor: tamanho M! Ou seja, dependendo do quanto eu engordar ainda tenho a opção de comprar o mesmo modelo em G. Outra observação: é roupa de gente normal 😉

Aliás, a Hering tem sido a minha salvação. Roupas de boa qualidade e ótimo preço. Na Hering Web Store o modelo de vestido em questão custa R$69,90, porém eu cheguei a pagar R$39,90 na loja de Garopaba/SC (em promoção).

Outra coisa que achei na Hering foi camisola. Odeio com toda minha força todas as peças para gestantes! Principalmente as com estampas de bebês, chupetas e coisinhas do gênero. Então fiquei super feliz quando entrei numa G da marca e não tirei mais!