Arquivo mensal: novembro 2011

Das injustiças da vida

A menina brinca de boneca e escolhe com apenas 7 anos o nome dos filhos. Quando jovem baba nos bebês que vê pela rua e nunca resiste dar uma paradinha na frente daquela loja maravilhosa de roupinha de criança. Conforme vira adulta começa a sonhar com o momento de se tornar mãe.

Daí fica grávida e carrega aquele projetinho de bebê durante praticamente 9 meses na barriga. Fica sonhando com o rostinho do pequeno, arrumando com todo amor o quartinho, a mala da maternidade e todos os detalhes para receber o tão esperado filho. Então a criança nasce e é a mãe que sofre com noites em claro, choros intermináveis, tudo isso durante a recuperação do parto e o início da amamentação.

Acontece que o bebê cresce e começa uma fase mágica, de descobrir os pés, as mãos, o próprio corpo e todas as possibilidades de movimento. Ele interage, come, fica mais tempo acordado e dorme bem durante à noite.

Entre todas as novidades ele descobre a fala. Sim, imagina que coisa mais fofa do mundo um pequeno ser de apenas 7 meses tentando falar? Lindo demais!

Agora pensa bem: o que seria ainda mais fantástico? Que a primeira palavra dele fosse mamãe, claro. Sim, nada mais natural. Mas daí o que ele faz? Olha aqui:

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Back to the game

Ensaiei mil formas de voltar, fiz trezentos posts imaginários, mas só depois de duas semanas consegui abrir o painel do blog e digitar as primeiras palavras.

E quer saber? Eu tava morrendo de saudade.

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Muita coisa aconteceu durante as minhas férias bloguísticas (desde dentes-circo-batizado, não necessariamente nesta ordem). Tanto que nem sei por onde começar os meus relatos.

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Estou devendo um resumo dos 7 meses do Vítor (e ele já está com quase 8, rá!), ficou para trás um 10 on 10 (que eu fotografei, mas não postei) e provavelmente umas coisitas mais.

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Então chega de papo furado. É isso: voltei. Voltamos. We’re back to the game.

Desculpas e correria

Gente, preciso de férias. É uma questão de sanidade. Novembro está sendo uma correria sem fim. A lista de to do está gigante e não pára de crescer.

Um pequeno resumo: início do evento que estou assessorando, final do prazo para entrega do meu projeto de mestrado, preparativos para o batizado do Vítor que acontece no fim do mês.

Isso sem contar outras responsabilidades no trabalho e alguns projetos.

E para completar o turbilhão emocional minha bisavó faleceu no fim de semana. Ela já estava doente há anos, mas sempre é uma situação complicada e triste. Mais triste ainda pelo jeito que ficou minha avó, que cuidava da mãe com tamanha dedicação.

Enfim, em função de tudo isso vou me permitir tirar uma semaninha de férias do blog. Não gosto de simplesmente sumir, então aqui minhas explicações e a promessa de semana que vem voltar mais tranquila e com tudo em ordem. Amém!

Foto brincante

Uma pausa na programação normal do blog para apresentar um projeto diferente (amanhã publico a dica de aniversário da semana!). É o Foto Brincante.

A ideia é escolher um tema por semana para que cada pessoa do grupo faça uma foto. Na sexta, todos compartilham as imagens através do Facebook e depois a queridona da Laiz, do Dias de Mamis, reúne o material e posta no blog.

Eu adorei e pretendo participar sempre que possível. Aproveito para deixar aqui a minha imagem da semana. O tema era AMOR.

Amor entre pai e filho:


* Se alguém quiser participar do grupo é só deixar seu nome nos comentários que eu procuro no Facebook para adicionar.

Bom fim de semana!

Escolhas

O tema carreira X maternidade sempre rende opiniões diversas. O texto que escrevi ontem para o MMqD falava das minhas escolhas e de como funciona a nossa dinâmica familiar aqui em casa a partir disso.

Li todos os comentários deixados no site com muito carinho. Adoro a possibilidade de troca de experiências que a página oferece. No entanto, queria fazer algumas considerações (não sobre os comentários, mas sobre o assunto de modo geral, coisas que não estão no meu texto ou que só me dei conta depois):

– Amar o trabalho e a profissão não faz nenhuma mãe amar menos seu filho. Não existe relação nenhuma entre uma coisa e outra.

– Concordo (e muito) com a ideia de que uma mãe feliz (trabalhando ou não) consegue ser uma mãe melhor para o seu filho.

– Deve-se lembrar que para algumas mães a opção de não trabalhar e ter dedicação exclusiva aos filhos simplesmente não existe. A mulher conquistou seu lugar no mercado de trabalho e muitas vezes seu salário é a principal renda da família.

– Sim, cada mulher sabe o que funciona para ela, na sua realidade e dentro do seu convívio familiar. Uma alternativa maravilhosa que fulana encontrou para conciliar tudo pode não fazer sentido nenhum para mim.

– Sou mãe, logo culpa sinto. Posso ser bem resolvida com minhas escolhas e mesmo assim me sentir culpada em determinadas situações, não?!

– Vale lembrar que certas escolhas não são únicas e eternas. Amanhã mesmo tudo pode mudar e novas necessidades surgirem. Cabe a gente se adaptar e buscar outras alternativas.

E vocês, o que acham? Concordam?

Na capa

O risco de ter mãe jornalista é acabar na capa do jornal. Vítor muso modelo na Folha do Mate de hoje em matéria sobre acessibilidade. Eu que fiz tá?! (O Vítor e a reportagem).

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E hoje eu estou lá no MMqD falando um pouquinho de um dos dilemas supra sumo da vida de mãe: maternidade X carreira. Passa lá pra conferir!

Segunda-feira é dia de…

… começar dieta, óbvio!

Claro que muitas vezes a dita cuja não dura nem até terça, mas enfim.

Acontece que eu e algumas colegas de trabalho decidimos fazer um plano verão, no maior clima uma-amiga-ajuda-a-outro ou abaixo-a-gordice-empresarial.

Meu objetivo é eliminar 6 quilos até o dia 31 de dezembro. Difícil, não? Considerando festas de fim de ano, Natal e comilanças mil é um desafio e tanto. No entanto, preciso mandar embora o resquício da gravidez e de bônus um algo a mais junto (4 são da gravidez e 2 são extras para me sentir bem e conseguir encarar o verão com dignidade).

É sério, o verão está me deixando em pânico. Vítor está com praticamente 7 meses e tem tudo para estar engatinhando em janeiro e fevereiro. Então, cara leitora, imagine você uma mãe nada em forma correndo DE BÍQUINI (pausa dramática) atrás de um bebê na areia? Não rola, definitivamente não rola.

Bom, estou animada e pretendo levar a sério a dieta. Pretendo estabelecer metas a pequeno prazo. Abaixo as válidas até sexta-feira:

– Não beber refrigerante

– Comer pelo menos uma fruta por dia

– Tomar no mínimo 2 litros de água

– Não comer frituras

– Comer sobremesa após o almoço apenas uma vez (almoço todo dia em restaurante e a sobremesa é uma tentação a parte).

E vamos indo. No ritmo unidos anônimos. Um dia de cada vez. Só por hoje. Amém!