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Um novo toque no quarto por menos de R$ 15

Eu tinha comentado nos últimos dias na página do blog no Facebook que estava com vontade de fazer algo diferente no quarto das crianças. Eis que ontem fui em uma loja de utilidades domésticas e encontrei uma cartela de adesivo de parede por menos de R$ 15 (R$ 14,95, para ser bem exata).

Fiquei meio desconfiada, pois estava acostumada a ver na internet adesivos de vários preços, mas geralmente a partir de R$ 50. De qualquer forma, achei um desenho que me agradou e resolvi experimentar.

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E não é que funcionou? Ficou uma graça e deu um toque todo especial no quarto. O Vítor gostou bastante e ficava apontando para o “pio pio”. Já a Clara observou toda concentrada o novo colorido. Resultdo: aprovado!

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Quarto do Vítor – Versão tapete de E.V.A.

Mostrei aqui como ficou o quarto do Vítor na casa nova.

Peguei um tapete que era da minha mãe, mas logo ele começou a me incomodar. Eu sempre sentia um cheiro diferente, mesmo depois da higienização. Também era ruim para limpar, eu sentia necessidade de passar aspirador todo dia. Sei lá, não tava legal, não tava do jeito que eu queria.

Resolvi então fazer uma alteração e acho que funcionou bem. Troquei o tapete por um modelo de E.V.A., com letrinhas. Ele é bem simples e um parecido pode ser encontrado por menos de R$ 50,00.

A limpeza ficou mais fácil, pois consigo varrer o tapete. Quando o Vítor pisa nele com o tênis e suja é só usar um pano molhado e esfregar um pouco. Tinha medo que ele ficasse se desmontando conforme alguém caminhasse em cima, porém não aconteceu até agora.

Fiquei super satisfeita com a mudança e acho que ficou até mais bonito. Aqui uma foto:

Pobre menino que dorme em um colchão no chão

Ouvi a frase do título quando contei para algumas pessoas que o Vítor não dormia mais no berço. Nem cheguei a responder e expor a minha opinião para evitar prolongar muito a conversa, mas comecei a refletir sobre a alteração.

O Vítor começou a dormir no colchão no chão esta semana, mas já observei duas diferenças importantes:

– Na primeira vez ele acordou, saiu do colchão sozinho e começou a brincar, sem chamar a mãe ou o pai.
– Na segunda noite acordou no meio da madrugada e chorou. Fui até o quarto dele, deitei no colchão e ele pegou no sono do meu lado. Demorou um pouco, mas antes o único jeito de fazer ele dormir no meio da noite era no carrinho (e eu odeio ficar embalando, especialmente quando estou caindo de sono).

A ideia de tirá-lo do berço parte da vontade de que ele tenha um quarto todo pensado nele. Quero que o Vítor possa explorar o seu espaço livremente, sem barreiras de acesso (o berço é alto, por exemplo, e ele não consegue entrar e sair a hora que bem entender).

Então, a mudança de apartamento e a reorganização do quarto foram fatores que me incentivaram a colocar em prática o que já pensava antes. Não gastei nada para adaptar o quarto, apenas peguei um tapete que minha mãe tinha em casa.

Como o quarto era antes, no outro apartamento: sem tapete, com berço, trocador, armário de 6 portas e nada de espaço para o Vítor brincar no chão. Ele geralmente brincava na sala ou no cercadinho.

Como é agora, depois da mudança: o apartamento tem 3 quartos, o que facilitou um pouco. Assim, no quarto extra estão o armário e o trocador. Já no quarto do Vítor estão os brinquedos, todos espalhados pelo tapete, o colhão e o berço (temporariamente, até ele ser desmontado).

Fiquei muito feliz com o resultado, mas quem está curtindo mesmo é o Vítor. Agora, ele passa muito mais tempo no quarto. Além disso, volta e meia estamos todos lá, brincando juntos.

Vejam como ficou (e percebam que é tudo simples, que pouco – ou nenhum – dinheiro é apenas desculpa para não fazer uma mudança assim):






Leia também: Quarto do Vítor – Versão tapete de E.V.A.

Crescimento

Sexta, dia 10, o Vítor completou 2 meses. Eu já percebo uma grande evolução desde que ele nasceu. E não é apenas em relação ao tamanho, mas também no que se refere ao desenvolvimento dele.

Fica aqui um pouquinhos dos nossos 2 primeiros meses com o nosso pitoco 🙂

Com 1 mês:

– Gostava de ser ninado no colo para dormir.
– Começou a dormir 6 horas seguidas (ou mais) na terceira semana (para a felicidade geral da casa).
– Nos primeiros dias não curtia muito o banho (chorava bastante, tanto na água quanto na hora de colocar a roupa).
– Experimentou o banho de chuveiro e adorou.
– Ficava com frio na hora de trocar a fralda (pela falta de prática da mãe que levava horas para completar a tarefa).
– Teve a primeira gripe.
– Curou a icterícia.
– Começou a tomar complemento de NAN na mamadeira (geralmente 1 vez por dia).
– Fechou o mês com 4,220 quilos e 52 cm.

Com 2 meses:

– Geralmente dorme sendo embalado no carrinho.
– Durante o dia pega no sono sozinho, deitadinho no carrinho ou no bebê conforto.
– Ainda passa a noite no quarto da mamãe.
– Está com o sono bem regularizado.
– Experimentou o banho de balde e amou!
– Não chora mais para tomar banho, pelo contrário… já começa a sorrir na hora de tirar a roupa.
– Não teve assaduras.
– Fica olhando para o móbile e sorrindo na hora de trocar a fralda.
– Teve dor de ouvido.
– Ficou ruinzinho da barriga e seguindo orientação do pediatra tomou chá de ameixa (sem careta!).
Sorri quando a gente conversa com ele.
– Começou a firmar o pescoço (algo meio dancinha Fat Family).
– É fascinado por luzes e lustres.
– Repara nos ambientes (fica observando logo que chega em algum lugar diferente).
– Assiste televisão (adora seus DVDS com musiquinhas).
– Conheceu os avós paulistas.
– Adora passear no sling com a mamãe e o Dexter.
– Fechou o mês com 5,280 quilos e 53 cm.

Operação bebê no berço: tentativa nº 1

Berço? Só se for de tarde, na hora do cochilo!

Eu sei que o Vítor está apenas com 3 semanas. No entanto, sempre pensei em colocar logo ele para dormir no quartinho dele, no berço. O Fábio concorda, minha mãe incentiva, enfim… a família toda acha lindo: papai e mamãe em um quarto e o bebê no seu cantinho desde pititico.

Na teoria: ótimo. Na prática… difícil. Desde que nasceu ele dorme do lado da nossa cama, no carrinho. Fico tranquila pois qualquer gemido eu já posso pegá-lo (tá, geralmente eu tô com tanto sono que espero ele chorar pra levantar, às vezes é só um “alarme falso”, mas abafa o caso).

Porém o carrinho não parece mais muito confortável. O frio já chegou no Rio Grande do Sul e enrolo o baby todinho. É tanta mantinha e cobertinha que o espaço fica limitado. Acredito que no berço ele estaria melhor.

E ontem foi a tentativa 1 de só Deus sabe quantas de colocar o Vítor para dormir no quarto dele.

Tudo começou por volta das 8 da noite. Ritual básico: banho, leitinho e bebê dormindo gostoso e quentinho no colo da mamãe. Esperei o pequeno pegar bem no sono e o coloquei no berço por volta das 10. Ele dormiu até 11 e pouco e o peguei para amamentar de novo. Então, meia noite lá fui eu tentar colocar ele na caminha. NADA FEITO.

Eu acomodava o Vítor no berço, esperava 5 segundos e ele chorava. Assim foi umas 5 vezes. Depois tentei dar mais leite (o peito é a solução de quase todos os problemas). E lá fomos nós para o quarto dele. Choro de novo!

Até que o Fábio disse para eu levá-lo para o carrinho mesmo. Eu nem pensei em insistir no contrário. Afinal, assim ele fica pelo menos mais uns dias do meu ladinho. Pelo menos até a próxima tentativa.

Rapidinhas: para não ficar sem registro

* Ontem levamos o Dexter no veterinário e não recebemos boas notícias. Ele está com umas casquinhas e o diagnóstico é sarna. Isso mesmo! Tratamento: banho 3 dias seguidos com sabonete especial e depois folga de 5 dias. Em seguida tudo de novo! Além disso temos que dar um remédio pra ele (um oitavo de comprimido, em função do tamanho do sarnentinho bebê). Mas como se não fosse suficiente ele também tem uma hérnia. Pobrezinho do bicho! Vai ter que operar, porém ainda tem que esperar um pouquinho. Provavelmente vamos tratar primeiro a sarna e depois marcar a cirurgia.

Sorte que vai dar pra cuidar desses probleminhas antes do Vítor nascer. Sobre a gravidez x sarna o veterinário disse que é pra eu ter um pouco de cuidado e evitar contato direto com o Dex (pegar no colo, por exemplo). Assim não devo ter problemas.

* Tive consulta com a nutricionista e no últimos mês engordei apenas 1kg. Agora preciso me cuidar para manter o desempenho até o fim da gravidez. Ela vai montar um cardápio e vou ter que entrar na linha (ai de mim).

* Aproveitei a consulta na Unimed e verifiquei os planos disponíveis para o Vítor. Como meu plano é através da prefeitura (como dependente da minha mãe), vou ter que fazer um pro Fábio e colocar o baby de dependente dele.

Só que tem um porém bem grande na história. Como meu parto vai ser particular (a carência da Unimed para parto é de 10 meses), o bebê também vai entrar no sistema de carência. Explico: se meu parto fosse pelo plano de saúde o Vítor pularia a carência e já faria a primeira consulta com o pediatra e todos os exames iniciais pela Unimed.

É um saco, mas não tem o que fazer. O jeito é escolher o melhor plano pro papai e pro neném e esperar ele nascer. Com a certidão de nascimento o Fábio vai lá e resolve a história.

* Passei no hospital onde o Vítor deve nascer e peguei os preços dos pacotes de parto. Os valores estão dentro do que eu imaginava. Já que estava lá perguntei sobre a possibilidade de marcar uma visita para conhecer a maternidade. Fui informada que o setor está em reforma. Tenho que ligar mês que vem e então agendar o “passeio”.

* Comecei a viajar total nas ideias para o quartinho do Vítor. Aguardem que em breve eu conto um pouquinho mais! 🙂