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Confraria Baby

Para quem não sabe, mães, de modo geral, são pessoas que respiram os filhos. Elas vivem falando dos pequenos e têm sempre uma foto para mostrar, seja na carteira, na bolsa, no celular. Comentam sobre a última gracinha, falam de cocô e vômito sem pudor. Enfim, se interessam por tudo que diz respeito ao universo infantil.

Eu sou exatamente esse tipo de mãe e a maioria das minhas amigas ainda não são mães. Ou seja, sinto falta de ter com quem compartilhar assuntos relacionados à maternidade. Aquele negócio de trocar figurinhas, sabe?

Por isso, ver “nascer” um grupo de mães na minha cidade foi uma alegria sem tamanho. Através do Facebook, começamos a comercializar roupas, acessórios e sapatinhos das crianças. Com o tempo, passamos a buscar referências de serviços e a trocar experiências. E ontem, finalmente, conseguimos nos reunir. Pudemos conversar e colocar as crianças para brincar.

Foi um encontro um tanto improvisado, até pelo tempo, que insistiu em atrapalhar os nossos planos. Mesmo assim, valeu muito a pena!

A bagunça rolou solta

A bagunça rolou solta

Um dos trigêmeos da Raquel

Um dos trigêmeos da Raquel

Outro dos meninos da Raquel

Outro dos meninos da Raquel

Dona Clara

Dona Clara

Manu

Manu

Lara

Lara

Lucas, da Daiane

Lucas, da Daiane

Foi difícil fazer uma foto coletiva, tanto que a menos pior acabou com gente cortada :/

Foi difícil fazer uma foto coletiva, tanto que a menos pior acabou com gente cortada :/

Agora, que venham os próximos! A Confraria Baby está montada.

* Se você é de Venâncio Aires/RS e quer entrar no nosso grupo do Face, deixe o link do seu perfil nos comentários que eu adiciono.

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Sobre o corpo, a mente e a alma depois do parto

PARTO

No fim da gravidez eu só pensava na hora do parto. Pesquisei, li, busquei informações. Queria saber tudo que poderia acontecer, o que eu iria sentir, como seria.

Quando a bolsa estourou não conseguia acreditar que era verdade, que o momento que eu tanto esperava estava ali, acontecendo, no gerúndio mesmo.

Banho, contrações, hospital, dilatação, sala de parto, dor, força, bebê. Tudo isso em 1 hora e 17 minutos (a bolsa estorou às 20:22 e o Vítor nasceu às 21:39). Ou seja, meu corpo invadido por hormônios e seguindo os passos da minha natureza interior em segundos.

Meu parto foi normal e rápido, mas não escapei do fórceps e da episiotomia. Acredito que por isso minha recuperação foi um pouco mais lenta e dolorida. Eu me sentia bem, porém os pontos estavam ali para me lembrar o tempo todo que eu recém tinha parido. Aliás, um dos pontos ainda está ali, mesmo depois de quase 2 meses (essa semana eu tenho consulta e vou me despedir desse resquício do parto).

Sabe que foi estranho, mas por mais que eu tenha preparado meu corpo e minha mente para o parto muitas coisas foram diferentes do que eu imaginava. Não que isso tenha causado alguma frustração, apenas me mostrou outras possibilidades. Por exemplo: li relatos de parto normal, parto normal induzido, parto natural, parto em casa, cesárea, mas nenhuma vírgula sobre parto com uso de fórceps. Nada, nadinha. Outro exemplo: em todos os relatos as mães descreviam o momento do nascimento do filho como mágico, sublime. Sorry, não senti nada disso. Era como se eu estivesse em outra órbita, vendo tudo acontecer sem ser a protagonista da história. A dor era tanta que não conseguia nem falar. Eu estava muito concentrada e demorou para eu me situar novamente.

Claro que hoje quando lembro do parto eu fico emocionada. Tento guardar cada segundo na minha memória. Agora, sem dor, sem sangue e de pernas fechadas eu posso afirmar que aquele dia foi realmente mágico, especial. Entretanto, na hora eu estava fora de mim.

AMAMENTAÇÃO

Depois do parto é a vez do corpo trabalhar para amamentar o pequeno ser que acaba de nascer. No hospital foi tudo tranquilo, os primeiros dias em casa também. Não sei dizer exatamente o dia que o leite “desceu”, lembro só da sensação do seio pesado e quente.

Então eu e o Vítor fomos nos conhecendo e tudo estava ótimo até o peito rachar. Nossa, quanta dor! E para completar o pequeno queria só mamar! Ou seja, ficava pendurado em mim. Daí depois de uma noite inteira com ele mamando quase que sem parar eu entrei em desespero e tive que apelar para o leite artificial. Só assim o menino sossegou e consegui recuperar meu seio.

Fiquei chateada em ter que oferecer NAN para o meu filho, mas tentei não pensar muito nisso. O bom foi que o leite artificial e a mamadeira me deram fôlego para eu me concentrar mais na amamentação, ter mais paciência. Além disso, ganhei um pouco de liberdade, pois agora posso deixar o Vítor com o pai ou com a avó sem me preocupar se ele vai sentir fome.

BABY BLUES

Baby blues é um período de melancolia pós parto. Eu fiquei um pouco deprimida por aproximadamente uma semana depois do nascimento do Vítor. Chorava por qualquer coisinha, estava super emotiva. O Fábio chegava a rir de mim quando eu começava a fazer biquinho.

Acho que faz parte do período de adaptação mesmo. Primeira semana com o novo interante da família, muitas visitas, sem tempo para cuidar da casa, dar atenção ao cachorro, enfim… muitas tarefas e novidades. Eu me sentia frustrada por não conseguir dar conta de tudo. Sou um tanto controladora, gosto de estar por dentro do que acontece ao meu redor. Muitas coisas prefiro fazer eu mesma do que pedir ajuda. Daí que quando o Vítor nasceu eu precisava me dedicar totalmente, quase 24 horas de atenção para ele. Sem falar que eu estava cansada. Sem falar que eu sentia dor. Foi complicado, mas tive que ceder e aceitar todo suporte que a minha família oferecia. No fim das contas deu tudo certo e o baby blues logo foi embora!

Claro que nem tudo é só alegria agora. Têm dias que não consigo fazer o que eu gostaria. Qualquer dorzinha de barriga muda a nossa rotina e deixa o bebê carente, querendo muito colinho. Aliás, ter uma criança em casa faz com que a vida não seja nada prevísivel. Então às vezes eu me sinto frustrada mesmo, não tem como fugir desse sentimento de #mãedemerda, principalmente quando eu fico sem saber o que fazer.

CORPO

Nova vida, novo corpo. E que corpo! Seios gigantes, estrias por todos os lados (algumas que eu não enxergava durante a gravidez me apavoraram depois que o barrigão foi embora).

Entretanto o que mais me apavorou mesmo depois do parto foi a pança. Gente, o que é aquilo? O Vítor nasceu domingo de noite. Segunda de manhã acordei às 6 e quis ir direto para o banho. Quando tirei o modelito gracioso do hospital fiquei chocada com a gelatina que estava instalada no meu ventre. É assim?! Tchau bebê, olá flacidez mode ON turbo total?!

Tive que recorrer à cinta pós parto tamanho GG (tão maravilhosa quanto um sutiã de amamentação BEGE). E aquele tréco me apertava de um jeito que tive que ser persistente para aguentar firme e não jogar a peça pela janela.

Mas agora, quase 2 meses depois, a barriga já está voltando para o lugar dela. Durante a gravidez engordei 13 quilos. Uma semana depois me pesei e tinha perdido 8. Atualmente não sei meu peso, porém acredito que mais uns 2 também devem ter ido embora.

MATERNIDADE

Não existem clichês palavras para descrever o sentimento de ser mãe. É algo que nasce no coração, brota no corpo e costura nossa alma.

Apaixonada, é assim que estou. Cada dia mais. Para sempre mais.

Sobre o dia das mães e outras coisas mais

Delícia meu primeiro dia das mães. Passei o tempo todo grudada no pequeno. Almoçamos com minha mãe e minha avó materna. De tarde fomos na casa da minha avó paterna.

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Eu poderia escrever vários clichês pela data. Entre eles que ser mãe mudou a minha vida, que meu filho é a coisa mais preciosa do mundo, o quanto sou apaixonada por ele. Sim, é tudo verdade. No entanto vou me limitar a usar outra frase pronta: uma imagem vale mais do que mil palavras. Pra mim essa foto diz tudo hoje.


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Ainda sobre o dia das mães…

Eu e o Vítor participamos de uma reportagem do jornal da nossa cidade, a Folha do Mate. A matéria abordava os blogs sobre maternidade, as mamães blogueiras. Amanhã coloco aqui para vocês lerem.

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Por falar em mamães blogueiras… parabéns para nós! Espero que todas tenham curtido o dia com seus maiores presentes: seus filhotes! (Clichês mode ON hoje!).

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O frio já chegou no Rio Grande do Sul e o resultado foi que o Vítor ficou gripadinho. Nariz escorrendo, respiração pesada e um pouco de tosse. Liguei para o pediatra e ele receitou dois remedinhos. Comecei a dar ontem e o baby já está bem melhor. Acredito que em dois ou três dias ele esteja 100%.

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Se tem algo que me deixa furiosa é as pessoas falarem que o Vítor dorme demais, mama pouco, que eu deveria acordá-lo para mamar e diversas outras coisas do gênero. Não tem necessidade, ok?! Segundo o pediatra ele está crescendo e se desenvolvimento bem. Além disso, do meu filho cuido eu. #prontofalei

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Ah, quase esqueci! Hoje o Vítor completou 4 semanas de vida! Parabéns para o meu bebê! 🙂

Resumo da 38ª semana

Fiquei devendo ontem a publicação do resumo da semana. Mas enfim… aqui está, mesmo com um pequeno atraso!

Indo para a 39ª semana eu não consigo parar de pensar que o bebê pode nascer a qualquer hora. Isso é intrigante, assustador, empolgante, uma mistura que mexe com qualquer gravidinha cheia entupida de hormônios.

O bebê conforto está no carro, as malas da maternidade arrumadinhas, a filmadora e a máquina fotográfica separadas e com baterias carregadas. Já lavei/passei todas as roupinhas do Vítor, coloquei a roupa de cama no berço, tirei o plástico do trocador/banheira. Também montei a lista de quem avisar quando o baby nascer, fiz simulação/treinamento de trabalho de parto com o Fábio (que se saiu muito bem, por sinal!). Definitivamente só falta a hora chegar. E como é chato esperar.

Sempre fui ansiosa e impaciente. Agora não podia ser diferente. Mas pelo jeito o menino aqui é calmo que nem o pai e quer ficar mais uns dias na barriga. O que eu posso fazer?! Esperar.

Resumo da 37ª semana

Esqueçam o nível ansiosa controlada. Passado. Já era.

O nível da 37ª semana foi potencialmente ansiosa. Qualquer dorzinha e eu: “Ai, o que será isso?”. Qualquer nuvem que mudava de posição no céu e eu: “Será um sinal?”. Momento #alouca total.

Além disso, agora todo dia eu acordo, passo a mão na barriga e penso: “Ainda grávida”. Sim, ainda pesada, desastrada, imensa.

Minha próxima consulta é terça. De modo geral eu me sinto bem fisicamente. O maior incômodo é a dor na pelve. Ela já tinha diminuído, entretanto voltou com tudo. Para virar na cama durante a noite é um sufoco. Chego a desistir da ideia no meio da manobra.

O baby já não mexe mais tanto. Acho que o espaço está bem reduzido para ele. Eu também não consigo mais comer muito, as porções automaticamente estão menores.

É… tá chegando a hora.

Mas como ela demora. Humpf.

Lembrança do bebê

Sempre achei lembrancinha de maternidade um negócio meio estranho. A maioria das pessoas pega, leva para casa e joga em algum canto (ou no lixo, depois de um tempo). Outros esquecem de escolher um dos mimos oferecidos pela nova mamãe e apenas uma minoria separa com carinho o presentinho e guarda como recordação do bebê que nasceu.

Confesso que eu mesma tenho apenas uma lembrança guardada, a do meu afilhado. As outras se perderam no meio das minhas coisas tralhas.

Entretanto, como gravidinha é impossível escapar das lembranças. Minha mãe e avó logo perguntaram como eu ia fazer, o que escolher para oferecer para quem for visitar o Vítor na maternidade. Não quis ser “do contra” (eu nunca sou #not) e comecei a pensar no assunto.

Dei uma olhada na internet e vi ideias fantásticas. Adorei modelos de chocolates e cupcakes especiais para a ocasião. Contudo, não queria gastar muito nas lembrancinhas. Sabe como é: fraldas, roupinhas, taxas de exames e consultas,… (essas reticiências vão longe, ô se vão!). Então optei por algo simples e prático: pequenos sabonetes com cheirinho gostoso em uma embalagem bonitinha!

Escolhi sabonete branco e no formato de estrela. Paguei R$ 0,50 cada um. Depois minha tia me ajudou e fez as embalagens. Ela usou tule branco e fitinha azul. O papelzinho para colocar o nome do bebê e a data de nascimento foi comprado na gráfica.

Não tenho como dar o valor exato do material para fazer as lembrancinhas (comprei uma parte e minha tia a outra). Porém, com certeza o custo de cada unidade não passou de R$ 0,75.

Ficou super bonitinho e já está do lado das malinhas da maternidade. Além disso, foi mega econômico.

Para combinar ganhei também da minha tia um enfeite para a porta do quarto no hospital. Adorei o presente! Com certeza depois vai ficar na porta do quartinho do Vítor!

Convites para o chá de bebê

Hoje choveu e o plano das fotos teve que ser adiado. Aproveitei a presença da Paula e começamos a pesquisar modelos de convites para o chá de bebê do Vítor. A ideia era não gastar muito, mas mesmo assim fazer algo diferente.

Escolhido o estilo, fomos na gráfica e no supermercado comprar os itens necessários. Depois… hora de colocar em prática nossos dotes artísticos (not!).

Tivemos a ajuda do papai mega empenhado Fábio e da minha irmã mais nova, a Rafa. Foi uma verdadeira equipe!

Aqui o resultado do convite com sachê de chá. O gasto total foi de R$9,00 para 19 convites. O material usado foi: régua, tesoura, cola bastão, papel color set, folhas de desenho e caneta preta. Além dos chazinhos (2 caixas com 10 sachês cada uma).




Sobre o chá de bebê do Vítor:

Vou fazer 2 chás para o baby. Um no sábado, dia 12/03, para família e outro no domingo, dia 13/03, para as minhas amigas. Achei melhor assim para poder dar mais atenção aos convidados e conseguir conversar um pouquinho com cada um.

Sei que o trabalho vai ser dobrado, porém acredito que vai valer a pena.

Também aproveitei a dobradinha de festas e pedi fraldas tamanho P para as amigas e tamanho M para a família. Assim não fico com um milhão de pacotes do mesmo tamanho 😉

* O modelo dos convites eu peguei daqui ó: Conhecendo seu bebê